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Vitrine Literária - Jornal Cruzeiro do Vale

AMANHECER

15/12/2017

No clarão da manhã
vislumbrei a luz do amanhecer
que descobria um céu azul e límpido
como águas cristalinas.

Era o tempo a se iniciar
ante o esplendor da aurora
que tremia com suas nuvens mágicas
como neve solta ao vento.

Desejos, sonhos e poesia
pareciam transportar-nos ao sono eterno
onde a beleza se misturava
com as lembranças de tempos idos.

Era a luz da esperança
que transpunha os horizontes
numa tentativa de conquistar
o anseio enorme de felicidade.

 

Edição 1831
 

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