Carta do Leitor - Jornal Cruzeiro do Vale

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Pedágio Antonella

Quero parabenizar todos os nossos irmãos guerreiros que moram em Gaspar e cidades vizinhas, que abraçaram essa causa e estão ajudando essa menina. Têm muitos famosos que abraçaram essa causa no Brasil todo. Espero que o povo brasileiro ajude cada vez mais. Ela tem que tomar a dose desse remédio antes dos dois anos de vida. Peço para toda a população ajuda-la. Meus irmãos, primeiro é ter Deus, o filho e o Espírito Santo nos corações.

Francisco Santos, Facebook

 

Reivindicação

Desde o início de 2018, com as obras estaduais na Rodovia Jorge Lacerda que afastaram os postes do lado residencial, o bairro Poço Grande está com baixíssima luminosidade. Acredito que, pelo menos, faz-se necessário colocar lâmpadas mais potentes nos primeiros postes de cada rua e incliná-las para a rodovia. Há alguns postes com lâmpadas queimadas ou muito fracas. Enfim, tem que avaliar durante a noite.

Em noites chuvosas é impossível enxergar, por exemplo. A pintura no asfalto não possui brilho reflexivo e, portanto, não serve pra nada. Antes das obras serem iniciadas, alertei a Prefeitura de Gaspar, vereadores, secretaria estadual de infraestrutura, DEINFRA e jornais da cidade sobre a inviabilidade do projeto, possíveis riscos e sugestões de mudanças.

Então já que a prefeitura ignorou meus apelos e deixou essa obra Estadual ser realizada de maneira inconveniente e incorreta, sem intervir ou interceder em nenhum momento junto ao Estado, o mínimo que esperamos é que vocês avaliem a segurança e bem-estar da população nesse pós-obra (se é que ela acabou).

Seguem algumas sugestões:

1) Não dá pra atravessar a estrada. Já presenciei freadas bruscas, principalmente nos horários que há travessias de crianças após o ônibus escolar parar num ponto de ônibus fictício. Acredito que seriam necessárias, no mínimo, 2 travessas elevadas.

2) Não dá pra enxergar nada. Como mencionei anteriormente, antes da obra já era precário, com a mudança de posição, não ilumina nem metade da rodovia.

3) Se um caminhão parar no acostamento da rodovia, ele bloqueia boa parte da via principal. Inclusive falamos isso pra engenheira da obra sobre as dimensões pequenas pro perfil de veículos da região.

4) Há constantes “buzinassos” por conta da fila de caminhões nas vias laterais. Ou seja, todo dia tem algum caminhão esperando outro caminhão manobrar e o trânsito da via lateral fica parado por mais de 10 minutos. E, pasmem, avisei ANTES DA OBRA INICIAR que as vias laterais iriam comprometer o trânsito interno do bairro.

5) Calçadas mal feitas. O engenheiro que tiver a audácia de dizer que projetou essa calçada merece um prêmio.

6) Mato tomando conta. Novamente, antes da obra iniciar, informei que seria inviável fazer canteiros laterais com grama (vulgo mato), pois o mais seguro seria fazer um canteiro central (semelhante a avenidas) e preenchê-lo de concreto. Inacreditavelmente tem mato até nas calçadas...

7) A velocidade na via ficou incompatível. Antes da obra, apenas com estrada simples, havia uma ilha de segurança que amenizava um pouco a velocidade, mas agora virou pista de corrida. Tem caminhão passando a mais de 100km/h, pode medir!

8) Num dos poucos trechos (reta do “Beto Carrero”) onde era possível realizar ultrapassagens de maneira segura (com visão e espaço), foram feitas sinalizações que proíbem a ultrapassagem de ambos os sentidos. Ou seja, agora as ultrapassagens são realizadas da mesma forma e acabam surpreendendo os demais motoristas.

Enfim... não sou partidário, não anseio intrigas políticas, não estou aqui pra trocar ofensas pessoais ou qualquer coisa do gênero. Estou aqui como cidadão, tentando contribuir para que nossa cidade melhore em tudo que for possível.

Rodrigo Soares Spengler, via e-mail

 

Edição 1930

 

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