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Campo Neutro - Jornal Cruzeiro do Vale

Por Jerry de Oliveira

15/12/2017

Bruscão a mil I
O ano de 2018 promete para o Bruscão. Pelo menos esta é a expectativa fora de campo em razão das primeiras contratações da equipe para o Catarinense. Depois de anunciar essa semana jogadores com passagens por grandes equipes do futebol nacional, como o goleiro André Luis, o zagueiro Douglas Silva e o meia Clebson, além de França, anunciado na terça; a diretoria confirmou no início da tarde de quarta-feira outro grande reforço para a equipe.

Bruscão a mil II
Com passagens pelo Botafogo, Fluminense, São Paulo e Atlético-PR, o zagueiro Antônio Carlos será o novo xerife da zaga brusquense. O jogador negociava há dias com o clube até bater o martelo confiando no projeto do Bruscão para o Estadual. 

Bruscão a mil III
Além de referência no setor defensivo, Antônio Carlos também sempre se destacou a nível nacional pelo seu perfil artilheiro. Bem cabeceador, é um dos maiores goleadores da história do Brasileirão. Marcou 28 gols. Apenas um a menos que Revér.

Grêmio
Não tem como o torcedor gremista reclamar de nada este ano. Mesmo que amanhã, contra o Real Madrid, não venha o título (acho que não é impossível), o Tricolor gaúcho já fez por onde. Mas, muitos deles aqui em Gaspar acreditam que vai ser o fechamento com chave de ouro. Então, que se cuidem Cristiano Ronaldo e Cia. 

Sub 11
A categoria da base do Clube Atlético Tupi sub 11 venceu o time do Camboriú na final em Pomerode no último dia 3 e consagrou-se campeão da Copa Santa Catarina, organizada pela ACEF. João, goleiro do time, foi o menos vazado do torneio. Ele é neto do imortal Nego Lano. Parabéns à garotada e ao técnico Moacir da Silva. 

Flamengo
Não deu para o Rubro Negro na final da Sulamericana. Futebol carioca  não sabe enfrentar os sul-americanos. Essa é a verdade. Ser campeão de uma competição da América do Sul requer mais que qualidade técnica. Por isso, sempre bate na trave para todos.

Futebol solidário
O final do ano está aí e,k para preencher a programação das TVs fechadas, a dose é de futebol solidário. São aquelas peladas de final de ano com os mais variados tipos de artistas batendo uma bola ao vivo para todo o Brasil e, às vezes, para o mundo. 

 

Edição 1831

 

 

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