A greve dos servidores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que começou em 24 de outubro, chega ao 15º dia nesta segunda-feira (7). Eles protestam contra a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241, que agora está no Senado como PEC 55, e estabelece um limite para o aumento dos gastos públicos pelos próximos 20 anos.
Nesta manhã, o movimento faz panfletagens nas rótulas da universidade em Florianópolis em busca de adesão de estudantes e funcionários para a greve nacional unificada que deve ocorrer na sexta-feira (11).
“Agora, estamos divulgando as motivações da greve para estudantes e professores. As medidas que o governo toma impacta na vida de toda população, porque a PEC congela os investimentos públicos por duas décadas”, disse o diretor de formação e política sindical do Sindicato dos Trabalhadores da UFSC (Sintufsc), Dilton Mota Rufino.
Para esta terça-feira (8), está marcada uma assembleia no auditório da reitoria as 14h no campus Trindade, na capital, para definir os rumos do movimento.
Serviços como a Biblioteca Universitária (BU) estão sendo oferecidos em horário reduzido, durante a paralisação, conforme o Sintufsc. A BU atende os estudantes às quartas feiras, das 7h30 às 22h. Outros detalhes podem ser conferidos na página da universidade.
No Hospital Universitário (HU), onde apenas uma minoria de servidores está em greve, o atendimento à população está acontecendo normalmente.
Segundo sindicato, trabalham na instituição 3,3 mil servidores técnicos-administrativos que atuam em secretarias, laboratórios, atendimentos ao estudante, professores e à comunidade. A reivindicação é pelo o cumprimento integral dos acordos assinados durante a greve de 2015 entre o governo federal e os trabalhadores.
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