Vereadores aprovam compra do prédio da Bunge - Jornal Cruzeiro do Vale

Vereadores aprovam compra do prédio da Bunge

14/10/2013
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A Câmara de Vereadores de Gaspar aprovou o projeto de lei que autoriza a Prefeitura a comprar o prédio da empresa Bunge, localizado às margens da rodovia Jorge Lacerda, no bairro Poço Grande. Após pouco mais de meia hora de discursos e opiniões, os vereadores aprovaram a proposta com apenas um voto contrário. Apenas o vereador Ciro Quintino (PMDB) se manifestou contra a aquisição do imóvel pelo município.

Agora, a Prefeitura deve dar sequência à negociação com a empresa. A intenção do prefeito Pedro Celso Zuchi (PT) é retomar as conversas com a Bunge e publicar a dispensa de licitação, necessária para efetuar a compra, ainda neste ano. O projeto aprovado na sessão ordinária desta terça-feira, dia 10, prevê a aquisição da antiga sede administrativa da multinacional, que tem área construída de 8 mil metros quadrados, por R$ 13 milhões. Um milhão deve ser pago a título de entrada em duas parcelas de R$ 500 mil, uma na assinatura do contrato e outra em março de 2014. O valor restante seria pago em 144 parcelas de R$ 83,3 mil, corrigidas pela inflação mensal. O valor, segundo a Prefeitura, é próximo do que é gasto com aluguéis para secretarias e órgãos que não são comportados pelo prédio atual da Prefeitura, no Centro.

 

A sessão

O vereador Ciro Quintino (PMDB), relator do projeto, abriu a votação com a leitura do parecer, que atestou que os termos legais do projeto estavam de acordo com a legislação. Em seguida, o vereador Luís Carlos Spengler Filho, o Lu (PP), abordou a questão dos aluguéis da Prefeitura. Na visão dele, a redução no gasto com aluguéis com a mudança na sede administrativa da cidade será menor do que o anunciado pela Prefeitura. Segundo ele, com a construção da Policlínica no bairro Sete de Setembro e a existência de órgãos que precisam estar instalados nos bairros, como a Superintendência do Belchior, em um ano o município ainda deverá ter um custo mensal de R$ 45 mil com aluguéis, fora os R$ 80 mil provavelmente destinados à compra do imóvel no bairro Poço Grande.

Lu também abordou o possível impacto da mudança ao comércio local e pediu que a transferência seja feita de forma tranquila, sugerindo inclusive a criação de um posto de atendimento à comunidade no Centro. O vereador também cobrou a criação de uma estrutura de mobilidade na região do prédio a ser adquirido, mas revelou que votaria a favor da compra, por considerá-la uma boa oportunidade de negócio, que atende às exigências da lei.

img7002GG.jpgO vereador Amarildo Rampelotti (PT) foi o terceiro a usar a tribuna. No discurso, ele defendeu a necessidade de um espaço adequado e amplo para os servidores e para atender o contribuinte. Rampelotti apresentou contas e afirmou que, em 10 anos, o impacto das parcelas de aquisição do imóvel será bem menor no orçamento do município, ao passo que o valor dos aluguéis deverá ser inflacionado nesse período. Ele defendeu a criação de um museu, uma biblioteca ou um centro histórico no local onde hoje está instalada a Prefeitura.

O vereador Giovano Borges, em seguida, discursou sobre o assunto e também defendeu a aquisição do prédio da Bunge. Caso o projeto seja aprovado, Borges defendeu a instalação de lombadas eletrônicas próximo ao local, a fim de aumentar a segurança no trânsito.

 

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Discordância


O vereador Ciro Quintino retornou à tribuna e se manifestou contra a compra do prédio da Bunge. Ele apontou problemas da gestão atual, como as polêmicas envolvendo o Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e a construção de casas para atingidos pela calamidade de 2008, e ainda ressaltou que o imóvel da Bunge fica em uma área considerada vulnerável pelo novo Plano Diretor. ?Adquirir um imóvel pode ser legal, mas não será eficiente para a sociedade, que arca com custos e não terá um retorno efetivo?, afirmou. Ele ainda criticou o fato de as secretarias que irão ao Poço Grande ainda não estarem definidas e afirmou que a compra não deveria ser prioridade para o município.

A vereadora Ivete Mafra Hammes (PMDB) discursou em seguida e destacou a cultura já criada pelos moradores de buscar os serviços da Prefeitura no Centro de Gaspar. Ivete ressaltou a preocupação com a acessibilidade para os atendimentos da Secretaria de Desenvolvimento Social e cobrou a instalação de linhas de ônibus, rotatória na frente do prédio e também sugeriu o subsídio das famílias de baixa renda por meio de vale-transporte.

O vereador Antônio Dalsochio (PT) ressaltou que toda mudança traz certa insatisfação, mas destacou que considera a compra do imóvel uma boa oportunidade em função da economia. Para ele, a transferência da Prefeitura também é uma etapa importante para o desenvolvimento e o futuro da cidade. O vereador Marcelo Brick (PSD) foi o último a falar. Ele sugeriu, após a aprovação do projeto, buscar melhorias no transporte público e também fazer com que a Secretaria de Comércio e Turismo desenvolva ações que fortaleçam o comércio, para que os lojistas sintam menos o efeito das mudanças.

 

 

Edição 1549

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Câmara vota compra do prédio da Bunge

A Câmara de Vereadores vota na sessão desta terça-feira, dia 10, o projeto de lei 55/2013, que pode autorizar o Executivo a fechar a negociação para a compra da antiga sede administrativa da empresa Bunge, às margens da rodovia Jorge Lacerda, no bairro Poço Grande. O projeto foi apresentado pelo município no dia 14 de outubro e teve o regime de urgência derrubado pelos parlamentares.

O projeto propõe a compra do imóvel, com 8 mil metros quadrados de área construída, pelo valor de R$ 13 milhões, com R$ 1 milhão pago a título de entrega em duas parcelas e o restante em 144 pagamentos de aproximadamente R$ 83 mil, valor segundo a Prefeitura semelhante ao que é pago atualmente em aluguéis para secretarias e outros órgãos municipais.

O vereador Ciro Quintino (PMDB), relator do projeto, afirma que os termos legais do projeto estão todos de acordo com a legislação e destaca que a decisão agora ficará com os vereadores. ?Acredito que a discussão central vai girar em torno do questionamento sobre o que a compra do prédio da Bunge irá trazer de bom para a comunidade?, avalia.

O prefeito Pedro Celso Zuchi afirma que, caso o projeto seja aprovado pelos vereadores, pretende dar sequência à negociação e publicar o edital de dispensa de licitação, necessário para concretizar a compra, ainda neste ano. Zuchi argumenta que a aquisição do imóvel será boa para a cidade e se mostra confiante para a votação. ?Conversamos muito com os vereadores e com a comunidade, fizemos audiência pública, esclarecemos todas as dúvidas, então acredito na aprovação do projeto?, afirma. Outros cinco projetos de lei também devem ser avaliados na sessão desta terça, a maioria referente a alterações no orçamento e no quadro de servidores do município.

Edição 1548
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Debate sobre prédio da Bunge avança com audiência pública

A possível compra da antiga sede administrativa da Bunge pela Prefeitura de Gaspar foi debatida na noite desta terça-feira em uma audiência pública, na Câmara de Vereadores. O encontro lotou o plenário do Legislativo e se estendeu por mais de duas horas, com participação de entidades, autoridades e moradores, que se posicionaram sobre a possível mudança da estrutura administrativa do município para o bairro Poço Grande.

A Associação de Micro e Pequenas Empresas de Gaspar, Ampe, aproveitou a audiência para protocolar um documento em que se posiciona a favor da aquisição do imóvel pela Prefeitura. Já o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas, Rovere Passos, mesmo manifestando posicionamento pessoal favorável à compra, revelou que uma pesquisa entre os associados da entidade mostrou que os comerciantes não aprovam a proposta de aquisição do prédio e a consequente saída da administração municipal do Centro.

Um laudo técnico do Corpo de Bombeiros de Gaspar ainda foi apresentado e revelou a necessidade de algumas adequações no prédio da Bunge para abrigar a estrutura municipal. Em determinado momento da audiência, o prefeito Pedro Celso Zuchi reforçou a necessidade de um espaço maior para o serviço público e afirmou que se os vereadores não aprovarem a compra do prédio da Bunge, o município pretende alugar o mesmo imóvel para instalar parte da estrutura administrativa da cidade.

A Prefeitura de Gaspar aproveitou a audiência para apresentar o planejamento de compra do imóvel, com os valores e prazos envolvidos, e também mostrou uma planilha com os custos atuais do município em aluguéis de imóveis para secretarias. A possibilidade de a Câmara de Vereadores ocupar o prédio da Bunge chegou a ser mencionada na audiência, embora sem maiores detalhes. Os parlamentares também chegaram a antecipar alguns posicionamentos. Agora o projeto de lei que pode permitir a compra do imóvel pela Prefeitura segue para as comissões da Câmara, até chegar à votação em plenário.

Edição 155
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Compra do prédio da Bunge é tema de audiência

A polêmica sobre a possível compra do prédio da Bunge pela Prefeitura de Gaspar deve voltar ao centro das atenções nesta terça-feira, dia 26. Uma audiência pública, agendada pelos vereadores Luís Carlos Spengler Filho, o Lu (PP), Ciro Quintino, Ivete Mafra Hammes e Marli Iracema Sontag (PMDB), pretende debater pontos favoráveis e contrários à aquisição do imóvel do bairro Poço Grande, esclarecendo pontos como os valores e prazos envolvidos na negociação. O encontro inicia às 19h, no plenário do Legislativo.

O vereador Lu recorda que desde que o projeto de compra do imóvel chegou à Câmara, em outubro, os parlamentares solicitaram algumas informações em forma de requerimento. Agora, a intenção é abrir espaço para a comunidade receber mais informações, opinar e participar diretamente desta decisão. ?Queira ou não queira, a aquisição pode representar uma mudança de sede e isso mexe na estrutura da cidade. Queremos saber o que as entidades pensam sobre isso, consultar o comércio para saber se haverá impacto econômico, questionar a população sobre eventuais transtornos de deslocamento. Todas essas questões poderão ser mais detalhadas na audiência?, argumenta.

O projeto de lei que autoriza o município a efetivar a compra do imóvel ainda não chegou às comissões da Câmara. Pela proposta enviada pelo Executivo, o município pretende adquirir o imóvel por R$ 13 milhões, com R$ 1 milhão pago como entrada e o restante em 144 parcelas. O valor dos pagamentos seria, segundo o município, semelhante ao que é gasto atualmente em aluguéis para secretarias e órgãos do governo.

Para o vereador Amarildo Rampelotti (PT), líder do governo, a definição pela compra ou não do prédio da Bunge é uma decisão administrativa e deveria ser tomada pelos vereadores, sem necessidade de audiência pública. No entanto, mesmo com desconfiança, ele pretende participar do encontro e reforçar os motivos que tornam a proposta interessante para o município, na avaliação da bancada do partido. ?É nítido e claro o objetivo da oposição de tumultuar o projeto, mas a verdade é que precisamos de um espaço para o contribuinte ser melhor atendido e para o servidor trabalhar com mais espaço e condições. Se não for na Bunge vai ter que ser em outro lugar, que provavelmente será mais caro?, defende.

O Executivo trabalha para tentar levar o projeto à votação ainda este ano, mesmo com a proposta de lei não tramitando mais em regime de urgência.

Edição 1544
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Prédio da Bunge: Câmara quer audiência pública em novembro

fotopg5abrecolorMD.jpgA Comissão de Gestão Pública da Câmara de Vereadores tenta mais um movimento decisivo no jogo de xadrez que se transformou a compra do prédio da Bunge Alimentos pela Prefeitura de Gaspar. Dá entrada na sessão desta terça-feira, 5, um requerimento que solicita a realização de uma audiência pública para discutir este assunto na cidade.

De acordo com a vereadora Ivete Mafra Hammes (PMDB), a audiência traria mais transparência ao processo, em função de toda a polêmica sobre a compra do imóvel ? quebra do regime de urgência e o envio de diversos requerimentos à Câmara.

?A Comissão solicitou mais informações e algumas respostas são demaoradas. Mas nada impede que este projeto seja votado em menos de 30 dias. Mas para garantir uma análise mais criteriosa, precisávamos quebrar o regime de urgência?, justifica a vereadora.

Segundo Ivete, se o requerimento que autoriza a audiência pública for aprovado, a Comissão vai usar a próxima reunião, marcada para a quinta-feira, 7, para agendar a reunião ainda para o mês de novembro.

?Todos os segmentos precisam ser ouvidos, queremos a participação de toda a sociedade. Precisamos responder à população como vai ficar o transporte público, a mobilidade urbana, os custos com a mudança, o impacto para o comércio da área central, entre outras questões?, alerta Ivete.

Segundo ela, algumas entidades já estão se manifestando informalmente, e as opiniões estão divididas. Ela vê a audiência  pública como muito importante: ?quanto mais abrir a discussão ao coletivo, melhor será para a administração. Teremos maior transparência, e não apenas um decreto do gabinete do prefeito?, esclarece.

Para o líder do governo na Câmara, vereador José Amarildo Rampelotti, a comunidade precisa saber o que está acontecendo. Entretanto, ele lembra que todas as ações do Executivo estão sendo tornadas públicas. Rampelotti destacou o caráter político que o caso tomou após a entrada do Projeto na Câmara. Para ele, todas as justificativas, todos os requerimentos com pedidos de explicações, a audiência pública, tudo tem conotações políticas.

?De um lado, está o Executivo querendo agilizar a compra e defendendo o negócio como algo bom para a cidade. Do outro, estão os vereadores de oposição buscando explicações para alguns pontos que não acham vantajosos na compra. Mas o que está por trás disso é uma clara ação de oposição para retardar o negócio?, argumenta.

Sobre a realização da audiência neste momento, avaliou que é mais uma medida que pode atrasar a negociação. ?Corremos o risco de perder a preferência, porque a Bunge não precisa do governo ou da oposição, ela tem outros meios para fazer a venda, e perderemos uma excelente oportunidade?, finaliza.

Edição 1538
 

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Câmara quer mais detalhes sobre a segurança do local


Enquanto aguarda os trâmites normais dentro do Legislativo para apreciação do Projeto de Lei que visa à compra do prédio da Bunge Alimentos pela Prefeitura de Gaspar, a Câmara de Vereadores usa de suas prerrogativas para ampliar a discussão a respeito do imóvel e de sua adequação de uso como centro administrativo do município. Na última sessão do Legislativo, a quebra do regime de urgência solicitado pelo Executivo foi aprovada por 8 votos a 5, o que dá pelo menos 45 dias para apreciação do projeto na Câmara.

Uma dessas estratégias foi a aprovação de um requerimento, assinado por cinco vereadores, que procura saber se o referido imóvel possui alvarás de segurança. O requerimento é direcionado ao comandante do 4º Pelotão de Bombeiros Militar de Gaspar, Alcione Fraga,  e solicita informações sobre a atual situação do prédio administrativo da empresa Bunge Alimentos.

O vereador Sérgio Almeida (PSDB) alega que circulam boatos na cidade de que o imóvel não estaria de acordo com os padrões de segurança contra incêndio, o que preocupa os parlamentares. ?A compra será feita com dinheiro público, e compete aos vereadores mostrar para a comunidade o que está ocorrendo. Queremos saber se haverá necessidade de adequar o prédio às normas de segurança e qual o impacto financeiro ao município?, sustenta o vereador.

Requerimento

Por meio do requerimento 227/2013, os parlamentares pretendem descobrir se há projeto preventivo de incêndio aprovado anteriormente, e se ainda está em vigor, considerando que o referido prédio tem área aproximada de 8.000 metros quadrados e três pavimentos. O requerimento ainda questiona a existência de um sistema preventivo de extintores, se o prédio dispõe de instalação de para-raios e se há sistema hidráulico preventivo. Outra preocupação está relacionada com a existência de um sistema de gás central e, dentro da classificação do imóvel, qual seria a exigência neste tipo de situação.

Os vereadores ainda querem saber se existem saídas de emergência adequadas e se o sistema é o mesmo exigido pelo Corpo de Bombeiros. Por fim, o requerimento procura saber, em situação normal, qual o prazo necessário para o Corpo de Bombeiros fazer a vistoria e liberar os respectivos alvarás? A justificativa é de que, diante do montante do investimento público, é necessário discutir amplamente os custos adicionais à compra do imóvel.

Edição 153
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Regime de urgência deve ser negado pela Câmara

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A sessão desta terça-feira, 22, da Câmara de Vereadores, terá que optar por acelerar ou frear momentaneamente a compra do prédio da Bunge pela prefeitura de Gaspar. Na mesma sessão, dão entrada o projeto de Lei 055/2013, em regime de urgência, e o requerimento 223/2013, que pede a descaracterização do regime de urgência, com base no artigo 53, parágrafo 4º da Lei Orgânica Municipal.

Se aprovarem a quebra do regime de urgência, os vereadores terão cerca de 45 dias para analisar o projeto em suas comissões, elaborar requerimentos para que o Executivo responda as principais dúvidas e discutir o projeto internamente, o que pode empurrar a aquisição do imóvel para 2014. Caso o regime de urgência seja mantido, a Prefeitura dará um passo importante para concretizar a aquisição do imóvel da Bunge e iniciar ainda este ano a reforma com vistas à mudança da sede administrativa.

O vereador Ciro André Quintino (PMDB), defende a descaracterização do regime de urgência e alega que com os prazos regimentais adequados é possível fazer uma avaliação mais detalhada do projeto, que vai impactar de forma significativa o município, inclusive financeiramente. ?Precisamos que alguns questionamentos sejam esclarecidos, principalmente como vai ficar o transporte coletivo para o bairro, quais secretarias e órgãos estariam indo para a nova sede, quais os valores de aluguéis estão envolvidos?, declara. Ciro ainda explica que não há intenção de barrar o projeto, inclusive em uma semana seria possível fazer uma análise preliminar e enviar os requerimentos necessários já na próxima sessão.

O vereador José Amarildo Rampelotti (PT), líder do governo no Legislativo, acredita que questões políticas podem atrasar o negócio ou até mesmo fazer com que a Câmara não aprove a compra do prédio. Sobre a quebra o regime de urgência, afirmou que faria uma reunião com a bancada do PT antes da sessão desta terça-feira para tomar um posicionamento coletivo. Mas adiantou que deve votar contra o requerimento 223/2013. ?Acredito que nossa posição contrária não vai mudar o resultado, porque não teríamos votos suficientes. Temos que fazer a nossa parte, responder a todos os questionamentos feitos pela Câmara dentro dos prazos para votar o projeto em 45 a 50 dias. Não temos nada para esconder?, finaliza Rampelotti.

Edição 1534

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Prefeito envia projeto sobre compra do prédio da Bunge


dsc0295MD.jpgO prefeito Pedro Celso Zuchi protocolou, na tarde desta segunda-feira, dia 14, o projeto de lei para a autorização da compra do prédio da Bunge por parte da Prefeitura de Gaspar. O documento descreve o imóvel, de 8 mil metros quadrados de área construída, localizado na rodovia Jorge Lacerda, bairro Poço Grande, e revela as condições do negócio, já discutidas com a diretoria da empresa multinacional.

 

Se os vereadores aprovarem o projeto, o prédio será adquirido por R$ 13 milhões. O primeiro pagamento será de R$ 500 mil, no ato da assinatura do contrato de compra, e outros R$ 500 mil referentes à entrada serão pagos em março do próximo ano. Os outros R$ 12 milhões serão pagos em 12 anos, com 144 parcelas mensais de R$ 83,3 mil, valor que será corrigido mensalmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, IPCA, que mede a inflação. Segundo o prefeito, a intenção é não comprometer o orçamento público usando valor semelhante ao que é pago hoje em aluguéis de imóveis para algumas secretarias e órgãos públicos. Pela proposta apresentada à Câmara, a última parcela será em dezembro de 2025.

onixsitematriasMD.jpgO presidente da Câmara de Vereadores, José Hilário Melato, recebeu o documento, que entrará na pauta da sessão da terça-feira da próxima semana, dia 22, quando terá definido um relator. ?A partir daí o texto será encaminhado para as comissões de Legislação e Justiça, Economia e Finanças e Gestão Pública. Após o parecer das comissões, a proposta seguirá para análise e votação dos vereadores?, explica. Por ter sido protocolado em regime de urgência, o Legislativo tem, inicialmente, prazo de 45 dias para concluir a tramitação do projeto.

Durante a entrega do projeto, o prefeito antecipou que serão necessárias algumas adequações no acesso da rodovia para o prédio, informou que os móveis guardados no prédio devem ficar para o município e garantiu que as conversas com a empresa ocorrem há pelo menos um ano. Segundo ele, a intenção do município é disponibilizar uma linha circular para fazer o trajeto entre Centro e Poço Grande, facilitando o deslocamento da população para a possível nova sede administrativa do município. ?O mais importante é que o prédio certamente vai comportar nossa cidade pelos próximos 20, 30, 40 anos?, afirmou Zuchi.

Quem vai:
*Gabinetes
*Procuradoria
*Secretaria de Administração e Finanças
*Secretaria de Desenvolvimento Social 
*Secretaria de Educação 
*Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento
*Secretaria de Turismo, Indústria e Comércio
*Defesa Civil
*Gerência do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável 

Quem fica:
*Biblioteca Municipal (pode ir para o atual prédio da Prefeitura)
*Secretaria de Saúde (Permanece no mesmo local até a conclusão da Policlínica)
*Secretarias de Agricultura e de Transporte e Obras (Ocupam imóvel próprio)
*Ditran (Ocupa imóvel próprio)
*Fundação Municipal de Esportes (Ocupa imóvel próprio)
*Samae (Deve ocupar outro imóvel)
* Procon (Ainda em análise) 

Edição 1532

 

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Vereadores são favoráveis à mudança da Prefeitura

Na iminência de oficializar o acerto com a Bunge Alimentos para a aquisição do imóvel localizado no Poço Grande, o prefeito Pedro Celso Zuchi deve encaminhar o Projeto de Lei à Câmara de Vereadores até o início da próxima semana. O prefeito mostra-se otimista com as negociações e conta com o discurso da economia para que a proposta, vital para a centralização administrativa, seja aprovada pelo Legislativo.

A visita ao prédio foi acompanhada pelo empresário Sérgio Waldrich, ex-presidente da Bunge, que afirmou que o prédio acolhia entre 650 e 700 funcionários quando serviu como sede administrativa da empresa. ?Considero o projeto visionário por trazer benefícios e conceitos modernos de gestão para o município, mas principalmente por ampliar o centro demográfico de Gaspar, dando uma nova dinâmica para a cidade?, avalia. Waldrich vem acompanhando as negociações, que teriam começado já há seis meses, e afirmou que a empresa vem sendo flexível nas negociações.

De uma forma geral, os vereadores também mostraram-se inclinados a aprovar a proposta do Executivo. Dos 13 entrevistados, nenhum mostrou-se contrário. Foram sete depoimentos favoráveis, enquanto outros seis preferem avaliar melhor o projeto, os custos para o município e os detalhes da mudança da administração para o novo prédio.

Entre os parlamentares que estão avaliando a proposta, o vereador Antônio Dalsochio (PT) afirma que ainda não tem opinião formada sobre o assunto, e que aguarda o projeto para melhor análise. ?Em princípio, sou favorável, vai representar economia para o município e centralizar o atendimento. Mas gostaria de ver o projeto como um todo para emitir um parecer?, avaliou Dalsochio.

O vereador Luis Carlos Spengler Filho (PP) também prefere receber o projeto para definir sua posição. Ele acha uma boa ideia, que representa avanços administrativos, mas pensa que alguns pontos precisam ser melhor esclarecidos. ?Precisamos saber quais as secretarias e órgãos seriam atendidos lá, quais os custos com a adaptação, além de como será resolvida a questão da acessibilidade e do transporte público. Ainda precisamos ouvir a comunidade?, argumentou.

 

Entenda a proposta

O imóvel deve ser adquirido por R$ 1 milhão de entrada, mais R$12 milhões em parcelas mensais de aproximadamente R$ 80 mil. O valor ficaria bem próximo dos R$ 90 mil mensais pagos em aluguéis atualmente. Caso a administração vá para o prédio no Poço Grande, abre-se a possibilidade de transferência da Câmara, que hoje paga aluguel no Gascic, para a atual Prefeitura, o que foi lembrado pelos vereadores.

ANDRÉIA ZIMMERMANN NAGEL
ANTÔNIO CARLOS DALSOCHIO  
CIRO ANDRÉ QUINTINO  
DANIEL FERNANDES DOS REIS  
GIOVANO BORGES  
HAMILTON GRAF  
JAIME KIRCHNER    
JOSÉ AMARILDO RAMPELOTTI    
JOSÉ HILÁRIO MELATO    
LUIS CARLOS SPENGLER FILHO    
MARCELO DE SOUZA BRICK  
SÉRGIO L. BATISTA DE ALMEIDA  
JOSÉ ADEMIR MOURA
DEM
PT
PMDB  
PT  
PSD  
PT
PMDB  
PT  
PP  
PP  
PSD
PSDB  
PSC

Sim
Avaliando
Avaliando
Sim
Avaliando
Sim
Sim
Sim
Avaliando
Avaliando
Avaliando
Sim
Sim

   

Edição 1531

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Projeto para compra deve sair até início da próxima semana


Prefeito, vice-prefeita, secretários municipais e vereadores participaram na manhã desta quarta-feira de uma visita ao prédio da Bunge, no bairro Poço Grande, que pode ser a nova sede da Prefeitura de Gaspar. A visita durou cerca de uma hora e meia e serviu para apresentar a estrutura para representantes da cidade.

Ao final do encontro, o prefeito Pedro Celso Zuchi afirmou que o projeto de lei para a aquisição do imóvel deve ser enviado para a Câmara de Vereadores até, no máximo, o início da próxima semana. Segundo Zuchi, as conversas com a empresa para a compra do prédio estão bastante encaminhadas. Uma reunião na tarde desta quarta deve decidir os últimos pontos da negociação antes da conclusão do texto.

O imóvel deve ser adquirido pelo valor de R$ 13 milhões. O pagamento seria feito durante 12 anos, em parcelas mensais de aproximadamente R$ 80 mil, valor próximo dos R$ 90 mil mensais, segundo o prefeito, pagos em aluguéis para secretarias e órgãos que não ocupam o prédio principal da Prefeitura. Mais R$ 1 milhão deve ser pago a título de entrada. A compra, no entanto, ainda precisará ser aprovada pela Câmara de Vereadores.

O prédio da Bunge tem três pisos e cerca de 8 mil metros quadrados, contra aproximadamente 2,5 mil metros quadrados do prédio ocupado atualmente pela Prefeitura. O estacionamento conta com 260 vagas de garagem. O prédio foi construído no início da década de 1980 e passou por obras de modernização em 2006.

Veja mais fotos da visita AQUI

Gestão moderna

O empresário Sérgio Waldrich, ex-presidente da Bunge, acompanhou a visita e afirmou que o prédio acolhia entre 650 e 700 funcionários quando o imóvel servia de sede administrativa da Bunge. ?Considero o projeto visionário por trazer benefícios e conceitos modernos de gestão para o município, mas principalmente por ampliar o centro demográfico de Gaspar, dando uma nova dinâmica para a cidade?, avalia. Waldrich vem acompanhando as negociações, que teriam começado já há seis meses, e afirmou que a empresa vem sendo flexível nas negociações.

O prefeito Pedro Celso Zuchi também se mostrou confiante na negociação enquanto apresentava os espaços do prédio. ?Os grandes fatores que vêm nos influenciando a buscar esse espaço são os aluguéis que precisamos pagar, a possibilidade de ampliar a área de trabalho e as vagas de estacionamento, que hoje são uma dificuldade. E devemos ter tudo isso com o mesmo custo que temos atualmente, sendo que as parcelas vão terminar?, argumenta.

Debate na Câmara

Com a chegada do projeto à Câmara de Vereadores até o início da próxima semana, o Legislativo terá que entrar em cena para avaliar a aquisição do imóvel e decidir sobre a possível compra do prédio por parte da Prefeitura. Alguns vereadores aproveitaram para acompanhar a visita desta quarta e conhecer melhor a estrutura.

O vereador Luis Carlos Spengler Filho, o Lu, acredita que o prédio poderá comportar com tranquilidade a administração municipal. No entanto, destacou algumas preocupações como o acesso da comunidade ao local. ?Para permitir que os moradores possam continuar acessando com tranquilidade a Prefeitura, é importante discutir melhor alguns pontos como o reforço no transporte coletivo?, destaca. A vereadora Andreia Zimmermann Nagel também ressalta a necessidade de discutir melhor esses pontos, mas acredita que ao longo do debate a comunidade deve manifestar apoio à mudança. ?Precisamos discutir alguns ajustes como o acesso ao local, talvez a construção de um terminal urbano, mas o espaço realmente é excelente e deve acolher bem a estrutura do município?, afirma.

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O vereador Amarildo Rampelotti diz torcer para a concretização do negócio porque, segundo ele, o município precisa de espaço e também reduzir o custo com aluguéis, o que será permitido com a aquisição do imóvel. ?Será possível também juntar quase todos os serviços, otimizando o atendimento e diminuindo as despesas com telefone, secretárias para recepção, sem contar o transtorno poupado para o cidadão, que hoje precisa ir em vários locais diferentes?, avalia o parlamentar, que espera que os vereadores assimilem bem a ideia.

Prefeitura atual

No prédio onde funciona atualmente a Prefeitura, entre as ruas Coronel Aristiliano Ramos e São Pedro, a intenção do prefeito é construir um espaço destinado à cultura e à história do município, que também possa servir para receber turistas que visitam a cidade. A mudança da Câmara de Vereadores para o espaço, no entanto, também é defendida por alguns representantes.

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Prefeito comanda visita oficial ao prédio da Bunge nesta quarta

Com o intuito de conhecer as instalações do centro administrativo para onde pretende transferir a estrutura da Prefeitura de Gaspar, o prefeito Pedro Celso Zuchi, acompanhado da vice-prefeita Mariluci Deschamps Rosa, visitará oficialmente nesta quarta-feira, dia 9, às 9h, o prédio da Bunge, no bairro Poço Grande.

Participam da visita ainda vereadores, secretários municipais, representantes da Associação Empresarial de Gaspar, Acig, da Associação de Micro e Pequenas Empresas, Ampe, e da Câmara de Dirigentes Lojistas, CDL, além de empresários locais.

Ao lado de empresários, o prefeito Pedro Celso Zuchi já se reuniu com diretores da Bunge, que sinalizaram positivamente para a possibilidade de compra do prédio. Concluídas as negociações com a empresa em São Paulo, o Executivo encaminhará nos próximos dias um projeto de lei para a Câmara de Vereadores para a tramitação da proposta.


Edição 1531

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Confira a entrevista do prefeito de Gaspar:




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Prefeitura elabora projeto para comprar prédio da Bunge

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Pouco mais de dois meses após publicar decreto declarando de utilidade pública o prédio onde funcionava a sede administrativa da Bunge, no bairro Poço Grande, o prefeito Pedro Celso Zuchi adianta as negociações para transferir a estrutura administrativa do município para o imóvel às margens da rodovia Jorge Lacerda.

Atualmente, segundo Zuchi, a Prefeitura trabalha na elaboração do projeto de lei que será enviado à Câmara de Vereadores para tentar oficializar a mudança. A previsão é de que o texto possa ser concluído e chegar ao Legislativo já nos próximos 15 dias. ?Vamos convidar os vereadores para visitar o imóvel e preparar uma apresentação ampla da proposta, que só vai trazer benefícios para o município?, argumenta.

Os termos da negociação entre Prefeitura e Bunge já teriam sido acertados num encontro entre representantes do município e da executiva da multinacional. O valor de R$ 13 milhões, proposto inicialmente, foi mantido e, segundo Zuchi, a empresa também não teve objeções quanto à forma de pagamento, que ocorreria por financiamento direto com até 12 anos de duração. Como o Cruzeiro do Vale antecipou em agosto, a intenção do Executivo é utilizar o limite mensal de R$ 80 mil, equivalente ao custo do município com aluguel de imóveis para abrigar secretarias, mais R$ 1 milhão que seria pago já em 2014.

A expectativa é de que o projeto seja protolocado em regime de urgência, o que daria um prazo de 45 dias para a tramitação da proposta no Legislativo.

Avaliações

O vereador Ciro Quintino, representante do PMDB na Câmara, afirma que pretende aguardar a entrada do projeto na Câmara para avaliar mais profundamente a proposta. ?Vamos verificar o projeto, tirar nossas dúvidas, discutir o assunto com a bancada para ver se não há problemas para então definir algum posicionamento. Se for algo favorável para o município, com certeza apoiaremos?, afirma.

O vereador José Amarildo Rampelotti, líder do governo, considera positiva a proposta, segundo ele capaz de unificar praticamente todo o serviço público do município sem trazer mais custos aos cofres públicos. ?Ainda conversamos apenas com alguns vereadores e não há uma opinião formada no Legislativo. Mas será bom discutir esse assunto na Câmara, porque conseguiremos colaborar com a construção de uma proposta que seja boa para o município?, afirma.

Edição 1528

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Prefeitura no Poço Grande: o que pensam as entidades


prefeituramontagem1MD.jpgA possível transferência da Prefeitura de Gaspar para a antiga sede administrativa da Bunge, no bairro Poço Grande, é vista com entusiasmo pelos representantes das principais entidades gasparenses. A centralização dos serviços públicos em um único prédio e a expansão do crescimento da cidade para além do Centro são os principais pontos citados pelas lideranças como benefícios que a aquisição do prédio por parte do município poderia trazer.

Na edição 1515, da última sexta-feira, dia 16, o Cruzeiro do Vale revelou detalhes da investida que a Prefeitura de Gaspar vem fazendo à multinacional após a decisão da UFSC de levar o campus do Vale para Blumenau. A proposta do município deve ser discutida em reunião com o presidente da Bunge, Pedro Parente, em São Paulo, em data ainda não definida.

A intenção, no entanto, é adquirir a antiga sede administrativa da Bunge por meio de um financiamento direto com a empresa com 12 anos de duração, usando o limite mensal de R$ 80 mil, valor equivalente ao custo do município com aluguel de imóveis para abrigar secretarias. O valor total proposto pelo município chegaria a R$ 13 milhões.

 

Centralização agrada

O presidente da Associação de Micro e Pequenas Empresas de Gaspar, Ampe, Ricardo Karstedt, acredita que a mudança pode ser interessante por redirecionar a área de mais movimentação do município. Na avaliação dele, o Centro está saturado e direcionar o crescimento para as áreas não alagáveis do Poço Grande pode trazer bons resultados. ?Outro benefício seria centralizar todos os serviços. Ficaria mais prático para os empresários, que poderiam resolver todas as situações em um mesmo prédio?, avalia.

O presidente da Associação Empresarial de Gaspar, Acig, Rogério Alves de Andrade, também aposta que a mudança seria boa para a cidade. ?A ideia é interessante, desde que todos os órgãos sejam levados para lá, eliminando o custo do aluguel?, analisa. Na avaliação dele, a mudança irá permitir que em 30 ou 40 anos uma nova área de movimentação e desenvolvimento se crie no Poço Grande, além de facilitar o acesso aos cidadãos pelo estacionamento.

O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Gaspar, CDL, José Rovere Passos, também se mostra favorável à possível mudança. Um dos argumentos é a modernidade do prédio da Bunge, que conta com gerador e é considerado de fácil adaptação para instalações de fiação e cabos de rede. ?Com a mudança, teríamos espaço para criar um centro cultural ou empresarial, com presença das entidades, onde hoje funciona a Prefeitura. O desenvolvimento também seria maior para o Poço Grande, saindo um pouco do Centro?.

 

Planejamento

O presidente do Núcleo Setorial Imobiliário de Gaspar, Elói Tomio, também é favorável à ideia e acredita que a mudança pode atrair mais investimentos, direcionando o crescimento da cidade. No entanto, além da necessidade de planejamento financeiro, o empresário destaca a importância de aproveitar bem o prédio atual da Prefeitura, com espaços que atraiam turistas e mais desenvolvimento.

Para o presidente da Câmara de Vereadores de Gaspar, José Hilário Melato, a mudança traria aspectos positivos como redução no custo dos aluguéis e maior eficiência no serviço público. Segundo ele, a nova sede evitaria situações como a da Secretaria de Educação, que recentemente mudou de local e hoje está separada da Biblioteca Pública Dom Daniel Hostins. ?Claro que temos que avaliar a questão jurídica, mas acredito que seja uma ideia muito benéfica?, afirma.

 

 

De olho no Plano Diretor

Mesmo simpáticos à ideia de compra do imóvel da Bunge pela Prefeitura, os representantes das entidades alertam para fatores que devem ser levados em conta antes de qualquer decisão. Um deles é para onde o crescimento está sendo direcionado no Plano Diretor, que está em fase final de revisão.

O presidente da Ampe de Gaspar lembra que o novo Plano Diretor sugere que o desenvolvimento urbano seja direcionado para a região dos bairros Gaspar Mirim e Gasparinho, considerada mais preparada para comportar a expansão. A área do Poço Grande vinha ficando em segundo plano justamente pelas características do solo, tidos como de maior risco de alagamentos. ?Nada impede que hoje a Prefeitura vá para o Poço Grande e depois seja deslocada, mas este é um ponto que precisa ser mais discutido?, argumenta Karstedt.

O presidente do Núcleo Imobiliário também alerta para o fato de que a revisão do Plano Diretor vinha direcionando a expansão urbana para outra localidade, mas acredita que a transferência da Prefeitura pode contribuir para desenvolver melhor a região. ?Para que isso aconteça, não basta transferir a Prefeitura. É preciso que haja um planejamento de longo prazo, com menos restrições e bom índice de ocupação do solo?, defende Tomio.

Karstedt vai além e, mesmo sendo favorável à possível mudança, afirma que este não é o melhor momento para o município colocar em prática a transferência de sede. ?Ainda não é hora. Temos outras preocupações como aumentar o número de servidores e melhorar os serviços públicos, para que uma licença ambiental não demore mais de 30 dias para ser autorizada, por exemplo. Acho que a Prefeitura deveria demonstrar sim a intenção de ir para o Poço Grande, mas para que os empresários se movimentem primeiro. Quando a casa estiver arrumada, com tudo funcionando melhor, poderia ocorrer a mudança?.

 

 

Enquete

Na edição 1515, de sexta-feira, dia 16, o Cruzeiro do Vale lançou uma enquete perguntando se o leitor era a favor ou contra a possível aquisição do prédio da Bunge por parte da Prefeitura. Dos 220 internautas que responderam à pergunta no portal do Cruzeiro do Vale, 56,8% afirmaram que são contrários à mudança. Já 36,8% foram favoráveis à aquisição. Outros 6,4% alegaram não ter opinião formada sobre o tema.

 

 

Opiniões

?A mudança seria interessante, Gaspar teria uma das prefeituras mais bonitas do Estado, mas ainda temos várias pendências no serviço público do município?

Ricardo Karstedt

presidente da Ampe de Gaspar

 

?O Centro está saturado, ninguém aguenta mais o trânsito e a mudança da Prefeitura poderia desenvolver muito a região do Poço Grande?

Rogério Alves de Andrade

presidente da Acig

 

?Vemos com bons olhos porque o município deixará de arcar com aluguéis e haverá a tendência de expansão econômica para outros locais além do Centro?

José Rovere Passos

presidente da CDL

 

?Costumo dizer que o cidadão não está preocupado se vai perder mais 10 ou 15 minutos para se deslocar à Prefeitura, mas sim em saber se vai ou não ser atendido com eficiência?

José Hilário Melatto

presidente da Câmara de Vereadores de Gaspar

 

?A ideia é interessante porque vai atrair um leque de investimento, mas para que o crescimento ocorra será preciso planejar uma boa ocupação do solo?

Eloi Tomio

presidente do Núcleo Setorial Imobiliário de Gaspar

 

 

Edição 1516


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Prefeitura reforça investida por prédio da Bunge


Por Jean Laurindo

fotopg9abrecolorMD.jpgCom a confirmação da instalação do campus da Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, em Blumenau, anunciada essa semana, o caminho ficou aberto para a Prefeitura de Gaspar negociar a compra do prédio da Bunge, no bairro Poço Grande. A intenção do Executivo continua sendo transferir a estrutura administrativa do município para o local, mais amplo e considerado em localização estratégica. No final de julho, o prefeito Pedro Celso Zuchi já havia assinado um decreto tornando o imóvel de utilidade pública, o que dá preferência para o poder público adquirir o prédio.

A confirmação de que a UFSC não virá para Gaspar fortaleceu a investida do Executivo. Nas próximas duas semanas, o prefeito Pedro Celso Zuchi deve agendar uma reunião com vereadores e outra com a presidência da Bunge, em São Paulo, para acertar detalhes da possível compra. ?A conversa está bem encaminhada. As primeiras reuniões foram positivas. Agora pretendemos nos reunir com a presidência da empresa para depois levar aos vereadores os termos da negociação e pedir o apoio deles para viabilizar essa importante mudança?, revela.

A Prefeitura já teria inclusive uma proposta pronta na mesa da multinacional. A ideia do prefeito é aplicar na aquisição do prédio valor semelhante ao que é usado no pagamento de aluguel para alguns órgãos públicos, que hoje precisam locar salas comerciais por limitação física do prédio do Executivo. Nas contas do prefeito, o valor giraria em torno de R$ 80 mil ao mês, que seriam pagos em 12 anos em financiamento direto com a empresa, totalizando quase R$ 12 milhões. Mais R$ 1 milhão seria pago a título de entrada, com recursos do IPTU do próximo ano.

Segundo informações do prefeito, a proposta de R$ 13 milhões se aproxima dos R$ 16 milhões que tinham sido pedidos pela empresa nas primeiras conversas com a UFSC. ?Seria um excelente negócio para o município. Teríamos o mesmo investimento com um espaço duas, três vezes maior e um prazo para terminar, eliminando a despesa do aluguel. É a mesma coisa que você pagar R$ 1 mil de aluguel por mês em uma casa e aparecer uma casa três vezes maior para você comprar pelo mesmo valor?, compara.

 

Em andamento

Por meio da assessoria de imprensa, a Bunge informou apenas que a negociação com a Prefeitura está em andamento, ?com contatos constantes entre as partes?, mas ainda sem novidades. O prédio da Bunge tem área construída de 8 mil metros quadrados. A aquisição do imóvel precisaria passar pela Câmara de Vereadores, por meio de um projeto de lei, mas Zuchi espera que o assunto possa ser votado com rapidez ainda no final deste ano. ?Conto com o apoio dos vereadores porque vamos apresentar algo bom para a cidade. Gostaria que já em fevereiro ou março do ano que vem, com a Ponte do Vale pronta, pudéssemos ter o imóvel à disposição da Prefeitura?, projeta o prefeito, com ar de otimismo.

 

 

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Prefeitura atual pode dar lugar a Museu Histórico


Caso a negociação entre Bunge e Prefeitura avance, toda a estrutura administrativa do município deve migrar para o bairro Poço Grande. Com isso, a ideia do município é aproveitar o prédio atual do Executivo, entre as ruas Coronel Aristiliano Ramos e São Pedro, para construir um Museu Histórico, com espaço para recepcionar turistas e valorizar a trajetória e a cultura da cidade. O prédio onde hoje funciona a Prefeitura foi reformado pela última vez em 2010, por cerca de R$ 500 mil.

Para o prefeito, a mudança na sede administrativa serve como preparação para o desenvolvimento da cidade, já planejando uma população de 80 mil ou 100 mil habitantes. ?O importante é que não iremos onerar as contas do município porque esses gastos já estão dentro do orçamento?, defende.

 

 

UFSC escolhe Blumenau

Também interessada em adquirir o prédio da Bunge, a UFSC confirmou na terça-feira, 13, a escolha por Blumenau para instalar o campus da instituição no Vale do Itajaí. A decisão partiu do Conselho Gestor Universitário e acompanhou o plano original, que seguia diretriz do Ministério da Educação e do próprio governo federal. As aulas devem começar já no primeiro semestre do próximo ano, com cerca de 500 vagas em cinco cursos: Engenharia Têxtil, Engenharia de Materiais, Engenharia de Controle e Automação e as licenciaturas em Química e Matemática.

A UFSC ainda não confirmou onde pretende se instalar, mas há fortes chances de que a universidade alugue salas no prédio do Ibes/Sociesc como sede provisória. O imóvel a ser adquirido para receber em definitivo a UFSC em Blumenau ainda está em análise, mas com a recusa da universidade por Gaspar, a Prefeitura reativou as conversas de olho no prédio do bairro Poço Grande.

 

Edição 1515

Comentários

Rodrigo Junkes
12/12/2013 11:15
O discurso da oposição sempre foi fraco e no fim praticamente todos votaram a favor. Nunca fui contra nem a favor da proposta. Faltava transparência e uma planilha real de valores. O vereador Lu, na suas considerações de voto, informou o que deveria ser dito no início da discussão. A justificativa de compra da prefeitura não era totalmente verdadeira.
O repasse de aluguéis não será integralmente repassado para a compra do imóvel e a economia será apenas da metade deste valor. Como cobrar transparência de vereadores que não sabem ser coerentes? Como cobrar coerência de vereadores que não sabem ser transparentes?
nelson
11/12/2013 17:18
Só mais o que falta,esses vereadores sem visão concordar.1983,1984,toda esta região ficou totalmente em baixo d'água,o centro,na maioria,vai ficar sem graça, o comércio vai cair mais do que com a enrolação da ponte,se o CDL não aceitou a feira do Braz,por que iria prejudicar o comercio de nossa cidade... imagine com a mudança da sede da prefeitura!!! toda,+ toda região do poço grande,fica em baixo de água,com 15 metros acima do nível normal,salvo próximo ao moendão...se quiser + informação!!! pergunte pros moradores + antigos.Seria um grande atraso para o município,se a sede da prefeitura for retirada do centro. Srs. Vereadores...com todo respeito,analisem bem esta causa,para que amanhã não seja tarde,entra outro prefeito e a dívida fica,hospital está uma vergonha,não tem dinheiro para o hospital...saúde em primeiro lugar. Talvez alguém dos vereadores...que deseja ser possível candidato a prefeitura!!! vai ter como herança a bela dívida,e um centro modificado.
Marcelo Gomes
27/11/2013 20:52
Evandro, Larissa e alguns outros... Porque vocês não gastam alguns minutos lendo a matéria antes de postar qualquer besteira? E se vocês leram, prestem um pouco mais de atenção, está tudo explicado.
Antonio
27/11/2013 19:06
Aos arredores da nova sede da prefeitura haverá comércio e será o novo centro de Gaspar.
Mas como ficará a fábrica da Bunge?
A quantidade de caminhões que hoje trafegam ali é grande.
Vão fechar a fábrica?

#publiquem para que alguém responda.
Felipe
27/11/2013 16:40
Muita gente insiste em dizer que é muito caro, gasto desnecessário etc..., mas nao compreendem a proposta.

Entendam o seguinte: o dinheiro que a prefeitura gasta com aluguéis, será apenas realocado para comprar o prédio. Nenhum centavo a mais. E teremos 3 vezes mais espaço.
evandro
26/11/2013 15:06
povo de gaspar antes de uma prefeitura nova bonita nao seria mais interesante o prefeito arrumar as rua da cidade dos bairros que nao da mais para andar nem a pe do que uma frefeitura nova ou a prefeitura e mais interessante por que ele nao arruma primeiro as ruas investe mais na saude escolas e no hospital e depois de ta tudo ok com a cidade ai pode se pensar na bendita prefeitura nova ou eu estou errado
Larissa
26/11/2013 10:53
Minha opinião, é que a prefeitura não deveria se mudar para esse prédio da antiga Bunge, pois não seria legal a prefeitura ser num lugar tão longe do centro de Gaspar, sem contar os grandes gastos que iria ter nesse prédio. Temos que pensar no bem do povo e não em um lugar "bonito" pra Prefeitura, arruma a prefeitura do centro que já é está em bom tamanho, pensa como iria ficar esse pessoal que na maioria das vezes vão de pé para a prefeitura ter que ir até o poço grande várias vezes ao dia,Sr Prefeito o Povo Gasparense não quer prédio bonito e sim um lugar mais acessível para se deslocar, deixa a prefeitura onde está e não coloca a mesma no fim do mundo!
Anônimo
05/11/2013 10:31
Primeiro, me nomeio como anônimo porque sou suspeito em opinar, uma vez que trabalhei por décadas nesse prédio.
Quando fala-se de segurança, muitas coisas são ditas sem qualquer conhecimento de causa. Fiz parte da equipe da brigada de segurança do prédio e contra incêndio, tem sim um problema, uma segunda saída na asa direita o que não é complicado para implementa-la. Quanto o resto, desafio um prédio na região que seja tão seguro quanto a ele, pois todos os revestimentos, tanto teto quanto carpet, são anti chamas, tanto que tinha o registos nas ISOs de segurança.
Thiago
28/10/2013 21:56
Parabéns aos Vereadores, que barraram a urgência da aquisição do prédio da Bungue.
Uma aquisição com grande custo precisa ser bem pensada...
* Custo mensal para manter esse grande prédio;
* Possibilidade de crescimento nas redondezas do prédio;
* Verificação do novo Plano diretor com a localização do prédio;
* Deslocamento da população (principalmente a mais pobre) para utilizar os serviços das prefeitura, que muitas vezes estão combinados com bancos, cartório, registro de imóveis bem distantes do prédio;
* Verificar a prioridade de investimento da cidade (necessidade da população);
* É fundamental a verificação dos gastos com a reforma do prédio para efetivo funcionamento do prédio; (terá dinheiro para isso?)

Assim sendo, após uma AMPLA análise, deve-se aí sim decidir. Analisando também outras possibilidades incluindo também possíveis construções em uma localização que julgo merecer ser melhorada.

Fazendo essa boa analise com número reais e dos custos-benefícios, creio que a população ficará mais convicta da AQUISIÇÃO OU NÃO do prédio, acabando ou diminuindo consideravelmente com essa evidente divergência de opiniões.

Como diz o ditado: A pressa é inimiga da perfeição!!!! Parabéns Vereadores que barraram essa urgência (que francamente é no mínimo estranha, não vejo nada em estado de calamidade para tanto), precisamos da efetiva fiscalização de vocês, para o bem de todos!!!
Antonio
28/10/2013 19:50
Tem outro detalhe, caso mudem mesmo a prefeitura a região do poço grande crescer, e a fábrica da Bunge vai mudar?

Ou a prefeitura vai comprar a fábrica tambem?

A grande quantidade de caminhões que ali circulam, não é perigoso?

#Publiquem para que os vereadores analisem todas essas questões.
Antonio
17/10/2013 22:27
Como assim???? novo centro no poço grande??? Rsrsrsrsrs, ali não tem infraestrutura para ter prédios comerciais.
E depois centro na rodovia? Vai ser igual a Ilhota? Que futuro é esse?

Agora se a prefeitura fosse para a Margem Esquerda, aonde era a Sulfabril seria outra história.

Quanto ao trânsito a verdade é que hoje o no "velho" centro só não anda por causa da ponte Hercílio Deeke e do viaduto mal projetado.
Quando a ponte do vale ficar pronta, o transito vai melhorar pois os carros de Brusque vão passar por ali.
Ainda não me convenceram e nem à todos que eu converso sobre essa provável compra do prédio da Bunge.

Estamos analisando em fazer um abaixo-assinado e entregarmos na câmara para que os vereadores não aprovem essa compra antes de uma ampla discussão com a sociedade.
Futuro
17/10/2013 11:38
Sério o pessoal não consegue pensar um pouquinho na frente, não conseguem entender o que o prefeito quer fazer, primeiro o dinheiro para pagar o prédio não vai sair da saude, educação, este dinheiro nao existe, ele é o dinheiro gasto com aluguéis, como investir este dinheiro em outras coisas se ele esta sendo usado para pagar aluguéis? deixem de ser tansos pelo amor de Deus, segundo, reclamam pela falta de mobilidade, mas o que o prefeito quer realmente fazer é criar um novo centro, Gaspar foi muito mal planejado, voce vai em outras cidades como indaial, timbó, brusque, rio do sul, todas com centros grandes, com pistas largas, bem planejados, Gaspar esta um gargalo, imaginem o centro daqui a uns 4 ou 5 anos, na localização do novo prédio, tera acesso a 470 pela ponte do vale, acesso a brusque pelo asfaltamento da arthur poffo, e macuco, e terá grandes areas para expandir o centro, e trazer mais mobilidade para o mesmo, entao parem de reclamar, e pensem no futuro e nao no agora, voces devem ser aqueles que querem passar 2 horas no transito no futuro para conseguirem cruzar o centro não é mesmo. Pensem Bem
Marlise
15/10/2013 22:04
Vocês perceberam que depois desta negociação como a BUNGE, proporcionou benefícios a Gaspar, a escola que tinha sido esquecida a sala de leituras, claro que é a lei do toma lá da cá, nem a casa do Governo d capital é tão grande, porque Gaspar tem que ter uma prefeitura tão grande e a manutenção mensal será milionária não esqueçam e será nós que pagaremos, com o IPTU e outros impostos municipais mais caros...
Carlos
14/10/2013 10:29
Flavio de Souza, disseste tudo.
Maicon Stiehler
14/10/2013 04:30
Falou tudo!!! Flavio de Souza.
Tem gente em Gaspar que só aprendeu a criticar .....
fabricio
13/10/2013 13:17
esses malandros só querem mordomia não estão preocupados com o interesse da população, o que adianta ter a prefeitura mais bonita do estado se as pessoas que lá estão não são capazes de elaborar um projeto que beneficie a população e quando um projeto é elaborado, não conseguem fazer que o termino da obra seja comprido no prazo , como está acontecendo com a única ponte da cidade , é uma vergonha que eles tenham interesse em comprar algo para impressionar , se nem o hospital funciona direito.
Flavio de Souza
12/10/2013 11:31
Realmente um absurdo, os comentários. É por isso que existem gestores para a cidade e os agentes fiscalizadores, a compra do prédio se paga com o repasse do aluguel como já foi dito, repassar dinheiro para o hospital novamente, todos sabem que o hospital não é do município é quem comanda é um grupo seleto, se bem que o povo esquece fácil, o centro de Gaspar é do tamanho de um OVO, meia dúzia de lojas e acabou, os bancos locam imóveis, podem mudar-se, simples. Mobilidade urbana não se faz do dia para noite, a nova ponte está na reta final a reforma da outra também, disponibilizar novas linhas de ônibus é fácil pelo simples fato que a empresa que presta serviço não é pública, quanto mais linhas + passageiros = R$, por isso que os que criticam não são gestores. Saúde pública, educação e segurança não depende apenas do poder público, comecem a caminhar ao ar livre, ajuda na saúde, eduquem seus filhos em casa a respeitar as pessoas, a recolher o papel de bala que jogam no chão a dar a vez, com pequenas ações o ganho é muito maior, quanto aos funcionário público, se faz tanta critica a eles, mas eu nunca entendi porque pagam para se inscrever num certame, estudam e competem entre si para depois quem sabe ser chamado e ainda tem o estágio probatório, esses comentários que fazem ao funcionário acredito ser dor de cotovelo dos incompetentes que não tem iniciativa.
PaulO
11/10/2013 11:16
Local horrível de linhas de ônibus, segurança publica por lá é mais ou menos como ano bi sexto, funcionários da prefeitura hoje, já fingem que faz alguma coisa passeando de um lado pro outro gastando combustível com o dinheiro publico que certamente terá um grande aumento de consumo, pessoal que mora nas outras extremidades do município como Bela vista, Belchior e outros deve ficar muito mais feliz, por que passar o dia preso no transito pra resolver problemas com documentação que certamente terão que vir ao centro, pagar taxas em bancos e depois voltar lá p/ acabar de resolver os problemas.
Resumindo, tem o antigo prédio da Sul Fabril, o prédio da Lince que os bombeiros estão usando que seriam opções muito melhores que ir p/ um lado da cidade que poderia ficar muito melhor conhecido como prefeitura municipal de Ilhota.
Quem não quer ser visto, não quer ser fiscalizado, e a historia política do Brasil, não é nenhum pouquinho boa p/ os cofres públicos quando isso ocorre.
Antonio
10/10/2013 15:27
Porque meu comentários não são publicados?
Cadê a democracia?
Já disse e volto a repetir: façam uma enquete com a população pra ver se a maioria concorda ou discorda, pois uma compra dessa não é coisa pequena.
Outra coisa: além da prefeitura tem vários outros órgãos que devem ser considerados, como bancos, cartórios, despachantes que dependem um dos outros, aí como ficará o deslocamento das pessoas? Principalmente das que não tem tando poder aquisitivo, e vem lá do Belchior e tem que levar um documento de um local para outro, depende de pagar taxas em bancos ou solicitar uma procuração com assinatura reconhecida em cartório.
Então, vocês que apoiam a compra desse imóvel deveriam dar uma resposta a toda a sociedade Gasparense.
Por favor, publiquem !
Poço Grande
10/10/2013 11:13
Sou morador do poço grande, não vejo nenhum problema em me deslocar para o centro ou qualquer bairro da cidade, este problema da mobilidade é coisa de mente pequena, a cidade precisa crescer para os bairros, o dinheiro hoje gasto em alugueis pela PMG é dinheiro perdido, se for pago para uma sede permanente é investimento, o valor do prédio é alto, mas também será um bela aquisição para uma cidade que está crescendo, é preciso discutir os valores, mas não pode perder esta oportunidade, para a saúde é necessário urgente repasses, mas não se pode misturar as coisas, por isso elegemos vereadores pra cidade, pra cobrar e não ficar reclamando na internet, e colocar o povo contra o prefeito.
Rodrigo Boeing Althoff
10/10/2013 08:18
Acho um projeto ousado, corajoso, e que precisa ser bem analisado. O município trabalha com rubricas, e o orçamento é dividido por setores, obras, saúde, educação, etc.

Considerando que atualmente se paga muito de aluguel de espaço, este por si só quase paga as parcelas de um possível financiamento. Considerando a nova ponte e os potenciais do bairro Poço Grande. Considerando também que a sede atual possa servir de casa da cultura, museu, e biblioteca, necessários a qualquer cidade, acho legal. Também existem outras alternativas, que tenho certeza que devem estar sendo bem analisadas pelo gabinete e deverão ser analisados pelos vereadores. A discussão é válida, ainda mais que o imóvel é um belo imóvel.
Luis
09/10/2013 13:02
Então, já que foi o assunto mais discutido desta notícia, vamos falar de investimento a longo prazo. A prefeitura de Gaspar pretende pagar a empresa em doze anos e depois ficar livre das dívidas com aluguéis, operando em um espaço de sua própria propriedade. OK. Não se pode dizer que é uma ideia ruim, é o sonho da casa própria.
Mas ô casinha CARA, hein? O município precisa sim investir em infraestrutura publica e dar uma nova dinâmica à cidade. Mas porque não começamos com o nosso HOSPITAL? Porque a prioridade precisa ser trocar a sede da prefeitura, agora? Queremos arrumar a casa, fazer um museu com a história do município, e a população, ao adoecer precisa correr para Blumenau, Itajaí... Porque será que não focamos em saúde, em educação, e em segurança PÚBLICA, hein senhor Prefeito? A prefeitura já esteve por tanto tempo no lugar onde está, aguentar mais alguns anos para trocar de sede, não iria fazer assim tanta diferença. Vamos favorecer e pensar primeiro na população, investir pesado em segurança e saúde. Discordo de quem disse que a Educação de Gaspar é boa. Então porque nossos estudantes precisam ir até outras cidades para fazer um curso superior? Imaginem um campus da UFSC NO PRÉDIO DA BUNGE! Precisamos primeiro fazer valer a prefeitura da cidade ficar em um prédio de 3 Milhões.
Eusélio
09/10/2013 10:42
O que realmente é necessário avaliar é o deslocamento da Prefeitura para um lugar distante do Centro. Estudos e pesquisas neste sentido devem ser feitas, pois é comum as Prefeituras serem em lugares mais convenientes para toda a população do Município. É evidente que também é muito importante pensarmos na mobilidade urbana, não adianta ser perto e de difícil acesso.
Para os mais exaltados, gostaria de comentar que a grande maioria das pessoas já tem consciência que existem vantagens em mudar a Prefeitura do lugar onde ele está para um lugar maior, onde pudéssemos concentrar todos os serviços inerentes e deixar de pagar aluguéis desnecessários. Mas é bom ressaltar que existem várias questões a serem analisadas neste caso, e não tão somente ?dinheiro?.
Juca Chaves
08/10/2013 21:25
Pra quem ainda não entendeu, se pegar o mesmo valor do investimento no prédio e gastar com saúde, educação e segurança pública... isto vai melhorar, com certeza, mas a prefeitura ainda vai ter que continuar gastando muito dinheiro com aluguel. Se investir no prédio, a prefeitura vai deixar de melhorar a saúde, educação e segurança pública... mas não vai ter que pagar mais aluguel, e este dinheiro vai poder ser investido nestas áreas depois.

Maicon Stiehler
08/10/2013 15:59
Até enfim alguém entendeu parabéns Felipe!!!!!!!!
pela façanha !!!!!
Felipe
07/10/2013 10:49
O povo de Gaspar é muito ba.ba.ca mesmo. O dinheiro que é gasto pelo município em aluguéis, seria apenas realocado para a compra do prédio. E teríamos 3 vezes mais espaço.

Preferem continuar pagando aluguel? Pensamento medíocre.
Marcio
02/10/2013 16:43
Porque o Sr. Celso Zuchi não faz o mesmo que fez com o terreno da Sulfrabril para contruir a "Arena Multiuso"? Para que pagar e pode desapropriar? Ou será que ele e sua turma tem medo de mexer com o pessoal da Bunge?
Shirlei SIlva
02/10/2013 13:49
Penso que este dinheiro poderia ser investido em algo mais importante para população gasparense. Mesmo acreditando que haja necessidade de descentralizar os setores importante para desafogar o trânsito. Vejo que a prioridade é outra. O hospital de Gaspar vivem pedindo doações a população, porque o governo não consegue arcar com as dispensas sozinho, mas para comprar o prédio da Bunge tem dinheiro?Qual prioridade Saúde ou Prédios? Tem que saber investir o dinheiro público, a população tem que ser mais participativa e fiscalizar os gastos.
Daniela
01/10/2013 21:51
Ao Prefeito e Vereadores que apoiam este absurdo, sabe o que é mais revoltante? Ir no pronto socorro do hospital de Gaspar e não ter pediatra ou estar com uma doença grave e ter de esperar seis meses para conseguir exames, ah mais por que se preocupar se vocês e seus filhos tem plano de saúde não é? 13 milhões na compra de um imóvel é uma VERGONHA! Com tantos terrenos que a prefeitura possui não é possível então centralizar mais poupar o dinheiro pulico? Prefeito você está negociando mas esqueceu de perguntar aos verdadeiros donos do dinheiro se queremos que seja feita esta aquisição. Será que vocês não entenderam o resultado da enquete da edição 1515 feita pelo Jornal Cruzeiro do Vale?
Maicon Stiehler
01/10/2013 17:57
Tem gente que ainda não intendeu que o prédio vai ser PAGO COM OS VALORES DESTINADOS A ALUGUÉIS NA CIDADE ou seja o valor que vai sair dos cofres públicos vai ser praticamente o mesmo ser a prefeitura se mudar ou não,Mas tem gente que adora viver no passado e acha defeito pra tudo!!!!!
Valmir Antunes
01/10/2013 16:29
Celso Zuchi, antes de elaborar um projeto pra comprar o prédio da BUNGE, elabore um projeto pra terminar a ponte.
Você é a maior vergonha de GASPAR!
Pedro Jairo Nicoletti
21/08/2013 21:05
Deixa eu ajudar a resolver este problema, já que o Prefeito não consegue.

1º A prefeitura fica onde esta.
2º O Fórum fica onde esta.

No mais, é vergonha na cara e investir na segurança, saúde e educação. Que esta um lixo.

Senhores políticos de Gaspar, precisa desenhar ou assim esta claro?
Antonio
21/08/2013 20:06
Primeiro termine a reforma da ponte para depois falar em comprar imóveis.

Isso pra mim é para desviar a atenção dos outros problemas da cidade, que são muitos.

Saúde, estrada, segurança e educação estão capengas, invista nisso sr. prefeito.
Manuela Andrea pereira Duarte
21/08/2013 13:11
Concerteza hoje retirar a prefeitura de Gaspar para situar no bairro grande vai ser realmente um despertiço de dinheiro e um descaso com a população de Gaspar, pois estamos falando de milhões de reais... sem falar que vai ser contra mão para a população ir até a nova sede da prefeitura de isso ocorrer ... esses milhões que são de impostos da população deveria ser investida em saúde, educação e segurança publica ... afinal uma vez que o hospital faz tempo que anda em crises .... e sequer pediatras no hospital tem ... falo porque um dia desses precisei do hospital para levar minha filha de dois anos que estava com febre alta ... tive que esperar horas pq havia um só clinico e ainda para me disser que não sabia o que minha filha tinha .... então imagine só se esses milhões fossem pagos a medicos e pediatras qualificados ou então a professores ... porque esse mundo existe muita gente mau educada ...
Carlos
21/08/2013 09:44
As colocações do Adilson estão corretíssimas. O prédio praticamente seria pago com os valores hoje destinados a aluguéis.
Quanto o comentário do Arquinópolis, basta comparar com o prédio que será construído para o Fórum, quase 20 milhões e praticamente pouco mais que a metade do prédio da Bunge. Não podemos comparar valores com prédios residenciais. Conheço muito bem esse prédio o qual é dotado com toda a infra-estrutura necessária tais como energia elétrica com redundância, comercial x gerador e com nobreak de alta capacidade, revestimentos internos a prova de fogo, todo com piso falso permitindo uma excelente infraestrutura para redes de comunicação, amplo estacionamento, etc.. Tudo isto agrega valor e se for construir hoje, vai muito além dos valores orçado para o Fórum. Sem contar na facilidade que geraria para quem necessita acesso aos órgãos públicos que hoje, é dificultoso e uma verdadeira aventura se tivermos que num dia irmos em dois ou três órgãos diferentes... Está na hora de Gaspar pensar grande e com um bom modelo como já citou o Adilson.
Anarquinópolis
20/08/2013 13:41
Interesssante ao inves deste gasto em aluguel façam um prédio e o mesmo custara muito menos que 13 milhoes basta ver que para constrir o residencial na entrada do bairro São Pedro, de alto padrão com uma certa quantidade de luxo teve um custo de 11 milhoes e olha que a area é enorme, imagina uma prefeitura no maximo gastaria se 3 milhoes de reais
Adilson Luis Schmitt
20/08/2013 11:27
A aquisição do prédio da Bunge para instalar o novo Centro Administrativo de Gaspar, vai de encontro com a nossa sugestão:
Gaspar na revisão do Plano Diretor deve incluir os centros urbanos locais autossuficientes:
Centros urbanos locais autossuficientes é uma definição moderna, na qual um Bairro ou Região tem serviços públicos (posto de saúde, creche e escola), mercado, agência bancária, prestadores de serviço, áreas de lazer, enfim ela vive no seu Bairro e ajuda a desenvolvê-lo. Como a nossa Cidade tem 21 Bairros criados por lei, precisamos ter um desenvolvimento sustentável, planejado, expandindo Gaspar. Assim estaríamos criando um novo pólo de crescimento na região, mantendo o prédio central atual, ou seja, o Paço Municipal atual seria usado para um Museu, Setor da Cultura, Biblioteca e Secretaria da Educação.
Adilson Luis Schmitt
Ex Prefeito de Gaspar
Diogo
20/08/2013 08:39
?Nada impede que hoje a Prefeitura vá para o Poço Grande e depois seja deslocada, mas este é um ponto que precisa ser mais discutido?, argumenta Karstedt.

Com todo o respeito, se for pra mudar, que seja uma mudança coerente. Sr Karstedt, no meu ver infeliz suas palavras. Uma prefeitura, centro do poder executivo não pode ser mudada igual um circo de lona.

Se realmente ocorrer a mudança, a Camara de vereadores também vai pro Poço Grande?

Não seria melhor a biblioteca ficar no atual prédio da PMG, como forma de incentivo a cultura e educação?
Diogo
20/08/2013 08:30
Vamos lá e o terreno onde está a secretaria de obras, fazer um prédio lá não seria mais barato do que comprar o prédio da Bunge?
O Espaço é grande, já está a secretaria de obras, pelo que sei lá já é do município. Sei lá eu não estudei pra ser administrador público, eles sabe tudo e nós o povo só sabeos trabalhar e pagar impostos.
Rodrigo
19/08/2013 11:27
A empresa Iguatemi foi contratada e paga para fazer o novo plano diretor da cidade, onde projeta a prefeitura para o Gaspar Mirim, lugar
livre de enchentes e deslizmentos, e agora a prefeitura quer levar para o Poço Grande onde a cota de enchente é muito baixa, lugar impróprio para o crescimento da cidade. Pra que contratar uma empresa para projetar a cidade? Visão BURRA! E dinheiro público jogado no lixo.
Marcos Vinícius de Souza
18/08/2013 14:22
Nossa cidade realmente precisa de mais investimentos em Saúde, educação e segurança publica, mas a ida da prefeitura pra esse espaço vai diminuir o custo do poder publico pois o q se gasta com alugueis é incrível, e se fizer um financiamento vai se gastar menos com o financiamento do q com os alugueis.
Antonio
16/08/2013 20:10
Quanta burrice !
Porque a prefeitura não utiliza as dependências da antiga Sulfabril?
Esqueçam o prédio da Bunge, lá é local para empresa, faculdade ou quem sabe até volte da administração da Bunge para cá.
Maicon Stiehler
16/08/2013 16:26
Vai ficar bem melhor unir todos os serviços da prefeitura num único prédio,alem de deixar de pagar aluguel e pagar uma coisa que realmente vai ser da comunidade!!!!!!
Cleusa
16/08/2013 11:26
Essa é a nossa realidade, a saúde em necessidade, e o prefeito querendo compra um prédio que não há necessidade alguma. Será que se ele pegasse esses 13 milhões e investir-se na saúde não seria melhor. O que adianta ter uma bela prefeitura e um hospital falido.
Francisco
16/08/2013 11:24
Se não você triste seria cômico uma vergonha tenho certeza que quando o prefeito e sua cupula precisam de cuidados médicos certamente que para o nosso hospital de Gaspar é que eles não vão.
LUIZA
16/08/2013 09:09
Espero que dê certo!
Acredito que centralizar o executivo num mesmo prédio irá facilitar o atendimento à comunidade. Apesar de o prédio não ser no centro da cidade, temos que perceber a realidade de nosso município (como muitos outros no vale do Itajaí) que não tem como expandir no centro pela história de construção de nossa cidade. A administração pública terá que criar meios que facilite o deslocamento da comunidade até o bairro Poço Grande, o que acredito não ser um grande empecilho. E mais plausível que tudo isso, é a ideia de transforma o atual prédio da prefeitura em museu histórico! Não temos em nossa cidade um espaço de divulgação da história de Gaspar, e os gasparenses, assim como eu, sentem falta de espaço de divulgação da história de nossa cidade!
Barnabé
16/08/2013 08:59
3 princípios básicos da boa administração pública: Saúde, Educação e Segurança Pública.

Quanto a Educação, até podemos considerá-la razoável em nosso Município, já os outros itens aqui citados.....sem comentários.

Na minha humilde visão, a população Gasparense sentiria-se bem mais feliz e tranquila tendo um bom Hospital para utilizar em seus momentos de desespero.

Quanto à pagar R$ 12 milhões em um pomposo prédio, para abrigar a figura ilustre do Prefeito, não posso tecer comentários, porque gasto e luxo dessa monta eu (igual a maioria da população) não faço idéia do que seja.

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