TRE mantém multa, mas absolve Zuchi e Mariluci da cassação - Jornal Cruzeiro do Vale

TRE mantém multa, mas absolve Zuchi e Mariluci da cassação

29/01/2013

dsc0685MD.jpgO prefeito Pedro Celso Zuchi e a vice Mariluci Deschamps Rosa, PT, foram absolvidos do pedido de cassação no Tribunal Regional Eleitoral, TRE, por 7 votos a 0. Os juízes decidiram, no entanto, por 5 votos a 2, manter a multa de R$ 25 mil aplicada pela juíza em primeira instância. A definição, que já havia sido adiada três vezes pelo órgão colegiado, veio no final da tarde desta quarta-feira, 20, em julgamento do TRE que durou quase duas horas.

O julgamento foi retomado com o voto do desembargador Eládio Torret Rocha, agora presidente do TRE, responsável por pedir vista ao processo no final de janeiro. Apesar das críticas feitas a Zuchi na primeira sessão de julgamento, Torret Rocha entendeu que não houve grande interferência dos repasses financeiros no processo eleitoral e votou apenas pela manutenção da multa de R$ 25 mil determinada na decisão da primeira instância.

O juiz Luiz Cesar Medeiros foi o segundo a definir o voto. Ele fez análises sobre os repasses financeiros a entidades questionados no processo e acompanhou o voto do novo presidente do TRE. Como os juízes Marcelo Ramos Peregrino Ferreira e Ivorí Luiz da Silva Scheffer já haviam votado pela absolvição de Zuchi na primeira sessão em que o caso foi analisado, o placar de 4 a 0 reverteu a cassação mesmo antes do pronunciamento dos outros três juízes.

 

Votos finais

A definição da maioria dos votos elevou os ânimos dos juízes, que chegaram a discutir por apartes antes da sequência da leitura dos votos. O quinto juiz, Luiz Henrique Martins Portelinha, questionou o repasse feito ao Moto Clube de Gaspar, mas adotou a mesma linha dos demais juízes e recomendou a manutenção da multa como alerta para o administrador acompanhar o emprego dos valores públicos em futuros repasses.

Na sequência, o juiz Luiz Antônio Zanini Forneirolli também acompanhou o voto do presidente do TRE e votou contra a cassação, mas a favor da manutenção da multa. Por fim, a juíza Bárbara Moura Thomaselli resolveu acompanhar o voto do relator, primeiro a se posicionar, que pediu a absolvição total da coligação de Zuchi, sem cassação nem aplicação de multa.

Com isso, Zuchi e Mariluci foram absolvidos por 7 votos a 0, mas tiveram a aplicação da multa de R$ 25 mil confirmada pelos membros do TRE por 5 votos a 1. Os principais argumentos usados pelos juízes estão ligados a uma forma de alertar os gestores públicos sobre os repasses feitos com recursos públicos. Caso os partidos envolvidos na ala denunciante decidam levar o processo adiante, o que é a tendência, o caminho será o Tribunal Superior Eleitoral, TSE, em Brasília.

Para assistir na íntegra à sessão que definiu o parecer do TRE clique aqui (parte 1) e aqui (parte 2)


Edição 1463

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Jultamento de Zuchi e Mariluci volta à pauta do TRE nesta quarta

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O julgamento do recurso à impugnação das candidaturas do prefeito Pedro Celso Zuchi e da vice, Mariluci Deschamps, está na pauta do Tribunal Regional Eleitoral, TRE, desta quarta-feira, 20. A sessão começa às 17h e conta com outros sete processos na pauta. No final de janeiro, o julgamento foi suspenso quando a votação estava em 2 a 0 a favor de Zuchi. Mais cinco juízes ainda têm direito a voto. O Cruzeiro do Vale atualiza as informações do julgamento no portal e nas redes sociais. 

 

O recurso tenta reverter a decisão de cassação do registro de candidatura de Zuchi e Mariluci, determinado no início de outubro pela então juíza da 64ª Zona Eleitoral. As acusações envolvem supostos repasses financeiros a entidades durante período eleitoral e aumento salarial a servidores acima do índice permitido também em período vedado pela legislação eleitoral. Havia a expectativa de que o julgamento acontecesse na segunda-feira, 18, mas o pedido não foi incluído na pauta de votação do Tribunal Regional Eleitoral a tempo. O processo está em análise desde dezembro, quando foi adiado pela primeira vez. Depois, em 29 de janeiro, foi adiado novamente por um pedido de vistas. No começo de fevereiro, o relator não compareceu à sessão e o caso foi novamente transferido.


Edição 1463


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Relator se ausenta e julgamento de Zuchi no TRE é adiado

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Ainda não foi desta vez que o recurso do Partido dos Trabalhadores contra a impugnação das candidaturas de Pedro Celso Zuchi e Mariluci Deschamps Rosa teve seu julgamento no Tribunal Regional Eleitoral. É o segundo adiamento em um período de dez dias, e o recurso só deve entrar na pauta do TRE na sessão do dia 18 de fevereiro, após o Carnaval.

A sessão desta segunda-feira começou por volta das 17h30, quando o presidente do TRE, desembargador Luiz Cézar Medeiros, começou a leitura da pauta do dia. Mas, logo no início dos trabalhos do Tribunal, o presidente informou que o relator juiz Marcelo Ramos Peregrino, relator do processo que vai julgar o recurso de Celso Zuchi e Mariluci Deschamps Rosa, precisou ausentar-se do Tribunal. Sem a presença do juiz, todos os processos que contavam com sua participação como relator precisaram ser adiados.

De acordo com a assessoria de imprensa do Tribunal Regional Eleitoral, apesar de o presidente não ter especificado a data da próxima sessão em que este tema entrará em pauta, acredita-se que a data mais provável seja 18 de fevereiro, na primeira segunda-feira após o recesso do Carnaval. A assessoria de imprensa não informou o motivo da ausência do relator Marcelo Peregrino, mas confirmou que ele esteve no Tribunal momentos antes da sessão, e precisou se ausentar nos últimos instantes. Os processos que não necessitavam da presença do relator tiveram sequência normalmente.

 

Relembre o caso

O julgamento inicialmente marcado para o dia 29 de janeiro foi suspenso porque o desembargador Eládio Torret Rocha pediu vistas no momento de seu voto. Ele alegou que precisava de mais tempo para poder analisar melhor os detalhes do caso. No momento do pedido de vistas, Marcelo Ramos Peregrino Ferreira, relator do processo, e Ivorí Luiz da Silva Scheffer já haviam se posicionado a favor do prefeito Pedro Celso Zuchi e da vice Mariluci Deschamps Rosa. 

 

Edição 1459

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TRE adia novamente definição sobre caso Zuchi

O Tribunal Regional Eleitora, TRE, prorrogou novamente a definição sobre a cassação ou não do registro de candidatura de Pedro Celso Zuchi e Mariluci Deschamps Rosa, PT. O processo estava na pauta da reunião desta segunda-feira, 4, mas foi adiado em função da ausência na sessão do juiz Marcelo Ramos Peregrino Ferreira, relator do processo e parte importante para a sequência do julgamento. Com isso, a decisão deve ficar para depois do carnaval, já que a última sessão antes do recesso, na quarta-feira, será dedicada à posse do novo comando do Tribunal.


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Julgamento de Zuchi no TRE terá sequência nesta segunda-feira 

A sequência do julgamento do pedido de cassação do registro de candidatura do prefeito reeleito de Gaspar, Pedro Celso Zuchi e da vice Mariluci Deschamps Rosa, PT, será nesta segunda-feira, 4. Na página do Tribunal Regional Eleitoral, TRE, as pautas desta semana ainda não foram disponibilizadas, mas o advogado do grupo denunciante, Roberto Pereira, confirmou a sequência do julgamento para a sessão desta segunda, que começa às 17h.

O primeiro a manifestar o voto será o desembargador Eládio Torret Rocha, que na última terça-feira pediu vistas ao processo para poder analisar melhor os detalhes do caso. No momento da suspensão do julgamento, dois juízes haviam votado pela absolvição de Zuchi. No total, sete magistrados têm direito a voto.

 

Edição 1458

 

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Desembargador pede vistas e definição sobre julgamento de Zuchi é adiada

Divulgação/TRE/SC

A definição sobre o pedido de cassação da candidatura do prefeito reeleito Pedro Celso Zuchi e da vice-prefeita Mariluci Deschamps Rosa, PT, vai ficar para uma nova data. Após a sustentação feita por advogados dos denunciantes e da defesa, os juízes deram início à votação. Após quase duas horas e dois votos favoráveis, o desembargador Eládio Torret Rocha citou a pequena diferença de votos para discutir a interferência causada no resultado da eleição pelos reajustes concedidos a pouco mais de 500 servidores no ano da eleição, um dos principais pontos usados na cassação do registro da candidatura de Zuchi.

De acordo com o desembargador, o processo é complexo e exige análise mais aprofundada dos juízes. Em função disso, ele pediu vistas do processo e a definição ficou para uma próxima sessão, ainda a ser agendada. Torret Rocha citou casos complexos que estão na pauta das próximas reuniões, o que serve como indicativo de que a sequência do julgamento ocorrerá apenas na próxima semana.

No momento do pedido de vistas, o juiz Marcelo Ramos Peregrino Ferreira, relator do processo, e o juiz Ivorí Luiz da Silva Scheffer já haviam se posicionado a favor do prefeito Pedro Celso Zuchi e da vice Mariluci Deschamps Rosa, pedindo o afastamento da cassação. A única divergência foi sobre a multa, que para Peregrino Ferreira não deve ser aplicada e para Silva Scheffer deve sim ser mantida. Quando o julgamento for retomado, os votos dos dois juízes são mantidos, o que mantém o placar provisório de 2 a 0 a favor de Zuchi. Mais cinco juízes ainda precisam definir os votos.

 

OPINIÃO


PRECIOSISMO?

 

Por Herculano Domício

Na imprensa se diz e se escreve que o julgamento de cassação de Pedro Celso Zuchi e Mariluci Deschamps Rosa, ambos do PT, foi suspenso no Tribunal Regional Eleitoral.

Errado.

Trata-se do julgamento de um recurso dos candidatos (e não dos eleitos) Zuchi e Mariluci pedindo para desconsiderar a impugnação da candidatura de ambos, pelo juízo da Comarca.

No mundo jurídico, a priori, Zuchi e Mariluci não eram candidatos (estavam impugnados), não foram eleitos, não foram diplomados e não foram empossados. Ou seja, não há o que cassar.

Como a impugnação aconteceu quatro dias antes do pleito, devido aos prazos que tinham, segundo orientava a lei, formalmente eles não puderam se defender e por isto concorreram. Eleitos, foram para a defesa. Como demorou, uma liminar no Tribunal Regional Eleitoral garantiu a diplomação de ambos até o julgamento do recurso para rever a posição do juízo de Gaspar de retirá-los da disputa (antes da eleição). Ontem começou a apreciação deste recurso.

A liminar garantiu precariamente a diplomação. A diplomação é o ato formal que garante a posse de um eleito. Ora, se a candidatura estava impugnada na época do pleito, não há o que cassar. Se o recurso de Zuchi e Mariluci for vitorioso, ai sim, eles se formalizam como eleitos, diplomados e empossados (há uma outra impugnação que terá que ser apreciada ainda no Tribunal). Formalizados como eleitos, ai sim, em processos próprios, poderão, se houver quem queira peticionar este tipo fundado de ação, aptos para uma eventual cassação do mandato.

 

Clique aqui e veja outros comentários sobre o caso na coluna Olhando a Maré, do colunista Herculano Domício.

 

 

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TRE julga recurso que pode afastar Pedro Celso Zuchi

O julgamento do pedido de cassação dos registros de candidatura de Pedro Celso Zuchi e Mariluci Deschamps Rosa no Tribunal Regional Eleitoral, TRE, começou por volta das 17h, em Florianópolis. Após rápidas sustentações orais dos denunciantes e da defesa, o juiz Marcelo Ramos Peregrino Ferreira, relator do processo, abriu a votação com um discurso que questionou os principais pontos da argumentação apresentada pelos advogados da coligação Mais por Gaspar. Ele pediu o afastamento da inelegibilidade e da multa à cúpula de Zuchi.

Na sequência, o segundo juiz analisou o caso e acompanhou o voto do relator, mas pediu a manutenção da multa por acreditar que a contrapartida das entidades nem sempre atenda ao interesse público. Em seguida, o terceiro juiz começou a analisar o caso questionando alguns pontos da defesa de Zuchi. No total, sete juízes participam da votação. Os principais pontos questionados na conduta de Zuchi e Mariluci são repasses feitos a entidades civis em ano eleitoral e reajuste salarial concedido a servidores públicos dentro do prazo de 180 dias antes da eleição, conduta vedada por lei.

 

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TRE julga pedido de cassação da candidatura de Zuchi

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Um importante capítulo da história política de Gaspar começa a ser escrito nesta terça-feira (29), em Florianópolis. A partir das 17 horas, na sede do Tribunal Regional Eleitoral, serão julgados os processos de impugnações de candidaturas de prefeitos municipais nas eleições de 2013, entre elas a de Pedro Celso Zuchi e Mariluci Deschamps Rosa (PT). Prefeito e vice tiveram o registro de candidatura cassados por decisão da Justiça Eleitoral local, mas concorreram, foram diplomados e empossados por medida liminar.

Nesta sessão do TRE será julgado o recurso número 46179, impetrado à sentença da juíza Ana Paula Amaro da Silveira, que condena os então candidatos por abuso de poder político, autoridade, uso indevido de meio de comunicação, conduta vedada a agente público. A denúncia diz respeito ainda à concessão de aumento salarial a servidores em ano eleitoral.

O julgamento desta terça-feira apresenta duas alternativas: caso o recurso seja negado, Zuchi e Mariluci teriam a sentença ratificada e só continuariam frente à administração por meio de efeito suspensivo, e necessitariam recorrer da decisão ao Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília. Por outro lado, se o recurso for acatado, a impugnação é invalidada e os denunciantes recorrem da decisão ao TSE. Ou seja, a batalha jurídica está longe de colocar fim à guerra pela Prefeitura.

Esta possibilidade divide as opiniões no cenário local e pode dar um novo rumo à condução política da cidade. Carlos Roberto Pereira, advogado assistente no processo que denunciou as irregularidades durante a campanha da coligação Pra Gaspar Seguir em Frente (PT, PDT, PC do B e PRB), espera que a decisão em primeiro grau seja mantida. Segundo ele, o prefeito Pedro Celso Zuchi teve ampla chance de defesa, o processo analisou as principais denúncias e a decisão da juíza Ana Paula Amaro da Silveira representa uma medida legítima e que deve ser respeitada. ?Foi uma decisão técnica, correta, baseada em provas e que passaram pelo crivo do contraditório. Houve oportunidade ao prefeito para que fizesse a defesa. Acreditamos que a impugnação seja mantida no TRE?, declarou Roberto.

 

O próximo passo

Qualquer que seja o resultado desta sentença, o caminho natural é que ambas as partes devem levar o processo ao TSE. O julgamento do Tribunal Superior Eleitoral também não é definitivo, e uma nova decisão pode levar cerca de três ou quatro meses. Na opinião do advogado Roberto Pereira, o lado derrotado vai tentar levar o caso adiante, mas para ele é muito difícil que a coligação derrotada consiga entrar com recurso no Supremo Tribunal Federal. Em caso de indeferimento do recurso junto ao TSE, não haveria mais efeito suspensivo e o prefeito eleito, assim como a vice-prefeita, precisariam deixar o cargo.

 

O julgamento

 

O julgamento dos processos em pauta começa às 17 horas, mas a ordem de votação destes não é conhecida. São dez minutos para cada lado realizar a sustentação oral, mais o período que o relator utiliza para elaborar o parecer e passar para os sete desembargadores emitirem a decisão, que acontece por maioria simples. Quatro votos seriam necessários para manter ou anular a decisão da Justiça Eleitoral de Gaspar que, além de impugnar a candidatura de Celso Zuchi e Mariluci Deschamps Rosa, os torna inelegíveis por oito anos. Pelo lado denunciante, a sustentação oral será feita pela advogada Katherine Schreier, com base nos memoriais entregues já na sexta-feira (25) aos desembargadores, elaborados para que eles tenham acesso ao resumo do caso. 

 

Novo prefeito

Perdendo o julgamento do recurso e, no caso remoto de a coligação Pra Gaspar Seguir em Frente (PT, PDT, PC do B e PRB) não obter o efeito suspensivo junto ao TSE em Brasília, Kléber Wan-Dall e Rodrigo Althoff seriam diplomados e assumiriam o governo. Entretanto, como lembra o advogado Roberto Pereira, não haverá qualquer interrupção no governo ou nos projetos e obras em andamento. ?Se isso ocorresse amanhã, por exemplo, nenhum dos convênios ou projetos em andamento seriam paralisados, nenhuma obra seria interrompida e a população não seria prejudicada?, ressaltou.

A coligação Pra Gaspar Seguir em Frente foi procurada para falar sobre a sua expectativa sobre o caso, mas o presidente do Partido dos Trabalhadores, Doraci Vanz, não retornou a nenhuma das ligações. Ele foi contatado via celular, na Prefeitura e na sede do Partido, mas também não foi localizado.

 

Edição 1457

Comentários

nelson
21/02/2013 21:20
É bom não bater de frente com pessoas de acordo com coisas erradas,mas tenho tristeza e pena de ver as pessoas que a cada dia tem que enfrentar a ponte,e as filas no centro e avenida.A joana acha que as estradas estão boas,muito bem,ela gosta de poeira,que bom,será que os turistas gostam,hotel fazenda,destaque no brasil,sem asfalto,cascanéia,famosa,que vergonha de estrada,sem citar outros lugares,se vc está satisfeita com corrupção,tranqüilo,compra de votos,distribuição de materiais para pessoas fracas de mente,tranqüilo,talvês isso agrada aos quase 50% dos gasparenses,embora que os outros partidos igualmente corruptos, compraram votos,por isso não sou partidário,tenho nojo de corruptos e corrupção,principalmente de quem cobre corrupção, como os que estão no direcionamento de julgar tais causas,e deixam passar em branco.QUE VERGONHA PARA NOSSO MUNICÍPIO,E O BRASIL,CORRUPÇÃO TOTAL.TEM QUEM GOSTA!!!!!!
Maureci Wilkerty
21/02/2013 15:51
O povo tem memoria curta a oposição ja esteve no poder e não conseguiu terminar seu mandato devido o prefeito da época teve seu mandato cassado ( chegaram a colocar pneus e m trator de esteira )a oposição so mudou os nomes no diretorio do partido os filiados e os sangues sugas são os mesmos, a teta deve ser muito boa e tem muita gente esperando um vaguinha para se encostar na poderosa prefeitura, segundo as mas linguas ja teve gente que pediu demissão de seu emprego esperando a saida do pt da prefeitura....
Trancado na ponte
21/02/2013 14:59
Que bom que o Celso não foi cassado, assim ele vai ter mais tempo pra fiscalizar e agilizar a reforma da ponte em vez de se preocupar com a suposta cassação dele. Aliás será que já acabou o carnaval pra aqueles operários super trabalhadores da ponte ? Vou trabalhar e volto e nunca mais vi ninguém lá... devem estar curtindo uma praia em Salvador.
Carlos
21/02/2013 11:34
Vamos la, aqui tem muita gente que não sabe o que diz, ainda estão amarrados naquela politicazinha partidaria ridícula como sempre foi em Gaspar e parecem conhecer mais das leis dos que os 7 juizes que julgaram o caso. Infelizmente, o povo de Gaspar ainda quer aquela linha de prefeitos como no passado, que se limitam a patrolar estradas, um ruazinha calçada aqui, uma placa colocada ali, fecha ponte abre ponte e aí por diante... Quando chega alguém que realmente quer fazer e faz alguma coisa, se sentem magoados porque até então nada fizeram. Por que não fazem o seguinte, nas próximas eleições, lutem e elejam democraticamente o prefeito que entenderem ser melhor e façam melhor, essa é a forma de mostrar que somos melhores, é fazendo melhor e não se limitar a atrapalhar, sim, atrapalhar, porque não ajudam em nada... O povo de Gaspar tem que entender que, partido político é um meio legal de tornar alguém elegível e quem quer que seja que for eleito, foi porque a maioria quiz assim e vamos ai esquecer o partidarismo e trabalhar em prol da coletividade. Infelizmente, isso só se consegue em lugares com povo desenvolvido.
rudinei
21/02/2013 09:58
Depois de acompanhar o julgamento do recurso do PT no TER de Santa Catarina no final da tarde de ontem, fiquei pensando que não existe justiça, o poeta Renato Russo em uma de suas musicas pergunta ?Que Pais é esse?,que justiça é essa,onde um advogado mediano,pode facilmente fazer um juiz acreditar que o culpado é inocente,um Pais onde um veiculo de comunicação toma partido e defende sua sigla abertamente,e ainda tenta convencer seus ouvintes de que o réu não errou, ?cometeu um pequeno equivoco? liberdade de imprensa,aos advogados de plantão vai uma sugestão ?uma concessão de rádio não deve obedecer a um regulamento,uma rádio que esta atuando sob uma concessão penso que deve ser imparcial e não defender uma cor partidária,estão pousando de vitimas quando são culpados,a cara de pau deles é muito grande,desmentem,perseguem os menos esclarecidos,esta é a prática deste governo que esta ai com 48% dos votos,a metade da cidade de Gaspar não votou neste governo eu nunca votei e nunca votarei sou contra este governo mentiroso e desastrado,e junto comigo metade da cidade também votou contra,vamos continuar lutando,para que este governo de cabide de emprego e de conchavos saia,vocês não vão conseguir enganar por muito tempo,uma hora vai ter um ?JUIZ? COM CORAGEM para caçar este governo.
Rodrigo
21/02/2013 08:05
Nasci em Gaspar, e sei que cresceu muito após a entrada do Celso Zuchi, as obras e os transtornos tem, mas é necessario para o crescimento do município, se o Celso Zuchi, não estivesse fazendo essas obras, as mesmas pessoas que estão reclamando da fila estariam reclamando porque não estavam fazendo nada.Infelizmente em Gaspar as pessoas são muito partidárias, e não aceito o bom trabalho feito pelo Celso zuchi.
Maicon Stiehler
21/02/2013 05:07
O prefeito foi eleito democraticamente ngm tem o direito de tira-lo
nem juiz !!!! somente cabe a população esse direito!!! E cabe dizer que
tiveram essa oportunidade as eleições passaram e ta ae ele na prefeitura pela vontade do povo!!!!Pram min até a agora foi oq mais fez coisas por Gaspar......
Anonimo
21/02/2013 00:05
Vergonha de Sempre!
Muito dinheiro!
Gaspar sempre a mesma bagunça!
Pessoal coloca esse tipo de pessoal como prefeito novamente e depois que reclamar!
Errar é uma mais percistir no erro é burrice!

Fica aqui minha indignação!
kelli cristiane leodoro camargo
20/02/2013 21:53
gostaria de perguntar, cade o asfalto do bairro jardim esperança na margem esquerda, que mes de outubro antes da eleiçao tava trbalhando, dizendo q saia asfalto cade o asfalto prefeito,sumiu as maquina dela sera q so vao voltar daqui 4 anos........................................
VANDERLEI CAMARGO
20/02/2013 21:47
ola gostaria que o prefeito fizese o posivel, para a retomada da reforma da ponte, pois como eu utilizo varias vez a ponte ao dia, dependo d passar pelo local,a cada dia que os serviço estao parado e sinal d mais demora, de um dia chegar ao final da conclusao da obra,vai ao centro para vem do centro sentido margem esquerda tenq parar, na ponte e bem desconfortavel,ainda correndo risco de asalto ao parar, no semafaro da ponte ainda mais, eu que passo autas horas da noite passo na ponte nao vejo nem uma viatura da pm na madrugada.....
mario santos
20/02/2013 20:33
Meu caro amigo Vitor Gondorek, vc esta em Gaspar a 18 anos e eu a
45 anos, vi esta cidade crescer com estradas,escolas,postos de saude etc
e nunca me faltou nada, portanto esse querido prefeito seu, nao eh um salvador da patria eh so mais um politico.
Miguel
20/02/2013 16:22
Lendo os comentários, vejo que valtamos a nos apegar a picuinhas e deixamos de prestar atenção ao principal, cada um olha apenas o seu lado, sua rua... mas e a cidade????
Cito apenas dois exemplos: longas filas se formam ( temos uma ponte pela metade) construimos uma policlinica e não temos médicos para atender nem no hospital.
Acho que está mais do que na hrta de gaspar acordar para os problemas que realmente afetam a comunidade e deixar de se preucupar se o prefeito é ou não "querido"....
joana
05/02/2013 09:38
Caro Nelson, fale por você que o Gasparinho está ruim, moro 2km pra frente do Hotel Fazenda, e posso dizer que lá estásendo muito bem cuidada sim, apesar de ser uma área Rural, fizeram todaa tubulação e até mesmo na entrada da Santinha fizeram calçamento,então não acho que a cidade está sendo mau administrada,não vai demora muito para os outros partidos a começarem mover ações contra o PT,então o povo tem que se conscientizar que todos os prefeitos sem nem uma exesão que entrar para comandar uma cidade sempre terão criticas... Um exemplo o bairro Sta Terezinha com qualquer enxurrada entrava água nas maiorias das casas,o prefeito fez a tubulação nova e na ultima enchente nem aguá na rua entrou, ouvi muitas pessoas de lá que pegavam água dentro de casa reclamando do prefeito pois ele tinha feito buraco na frente de sua casa --´Não sou de falar muito em politica mais nesse caso tenho que descorda com você, falo pelo lugar que moro!
nelson
04/02/2013 21:52
Meu caro Vitor:percebe-se que o sr.não conhece os bairros no interior de Brusque,Indaial,Timbó,São joão Batista,Guabiruba,enfim: Poderia falar de dezenas de municípios na nossa região.Estes bairros,na maioria são asfaltados no interior destes municípios.Vergonhosamente,a divisa de Gaspar e Luiz Alves,está lá,sem nada,uma vergonha,macuco,a estrada é uma vergonha,gasparinho,tem épocas que dá até medo de ter que passar nesta estrada,isto tanto faz,pelo hotel fazenda,ou pelo gasparinho quadro,sem falar do Gaspar Grande,águas negras,óleo grande e outros bairros.Sinta vergonha sr.Vitor,sem falar da porcaria da ponte,fora com quem não tem capacidade de administrar,vergonhoso algo como esta ponte,e muitas outra obras inacabadas,me admiro, ainda ter pessoas que apoiam algo assim.
Quando ando por esses municípios que citei,sinto tristeza,em ver nossa cidade tão mal cuidada,tão relaxada,mal administrada,considerem tudo isto povo gasparese.

Mauricio Moacir Schmitt
30/01/2013 07:38
prefeito entra, prefeito sai??????? e a ponte? e os postos de saude? o hospital? as escolas? pavimentações e drenagens? rede de esgotos??? eu acho que deveriam sim lutar pelos interesses do povo, da comunidade e não por pura bira e picuinhas políticas.
vitor gondorek
29/01/2013 21:47
Acho muito injusto o que estão fazendo com nosso querido prefeito,porque moro aqui a 18 anos e o unico político que fez algo de verdade em gaspar.ta na hora de tomar vergonha e retirarem o processo contra zuchi.

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