Secretaria de Saúde irá visitar Hospital para avaliar convênio - Jornal Cruzeiro do Vale

Secretaria de Saúde irá visitar Hospital para avaliar convênio

02/08/2013

Divulgação

Uma reunião na Secretaria de Estado da Saúde na manhã desta quarta-feira, em Florianópolis, discutiu a possibilidade de um novo convênio para auxiliar as atividades do Hospital de Gaspar. O encontro, que reuniu representantes da cidade e lideranças estaduais no gabinete da secretária estadual, decidiu que o Estado vai enviar profissionais da superintendência de Assistência Hospitalar para obter mais detalhes do trabalho executado pela unidade hospitalar gasparense. O Hospital chegou a fazer uma proposta solicitando repasse mensal de R$ 200 mil, mas o Estado ainda vai avaliar a proposta. A definição só deve ocorrer após a visita dos profissionais à cidade, que deve ocorrer nesta semana ou na próxima.

O encontro reuniu a secretária estadual da pasta, Tânia Eberhardt, o prefeito Pedro Celso Zuchi, a secretária municipal de Saúde, Márcia Cansian, o presidente do Conselho Municipal de Saúde, Euclides Rampelotti, o presidente da Câmara de Gaspar, José Hilário Melatto, o vereador Ciro André Quintino, além dos deputados estaduais Ana Paula Lima, Ismael dos Santos, Aldo Schneider, da nova administradora da instituição hospitalar de Gaspar, Dilene Jahn Mello Santos, do presidente do Badesc João Paulo Kleinübing e do presidente do Conselho de Administração do Hospital de Gaspar, Sérgio Roberto Waldrich. 

 

 

O colunista do Cruzeiro do Vale, Herculano Domício, comentou a reunião desta quarta-feira. Confira a opinião abaixo e clique aqui para ler mais comentários da coluna Olhando a Maré


REUNIÃO NA SECRETARIA ESTADUAL DA SAÚDE ESTA MANHÃ EM FLORIANÓPOLIS NÃO DEU EM NADA, MAS PROMETE. A PRIMEIRA IMPRESSÃO É DE QUE OS POLÍTICOS SOB A MIRA DA IMPRENSA TENDEM A BUSCAR UMA SOLUÇÃO PARA OS DOENTES, POBRES, DESASSISTIDOS E DESINFORMADOS DE GASPAR. 

Uma comitiva de expressão estava esta manhã no gabinete da secretária de Saúde, a joinvilense Tânia Eberhardt e indicada pelo ex-governador, o blumenauense Luiz Henrique da Silveira, PMDB. O encontro foi feito a pedido do secretário de Desenvolvimento Regional de Blumenau, César Botelho, PMDB.

Quem foi lá? O prefeito Pedro Celso Zuchi, PT, a sua secretária de Saúde, Márcia Adriana Casian, o presidente do Conselho Municipal de Saúde, Euclides Rampelotti, o presidente da Câmara, José Hilário Melato, PP, o vereador Ciro André Quintino, PMDB.

Quem estava lá e também estava atrás de uma solução? A deputada Ana Paula Lima, PT, o deputado Ismael dos Santos, PSD e o líder do governo de Raimundo Colombo, PSD, o deputado Aldo Schneider, PMDB, outros técnicos em saúde, a nova administradora do Hospital de Gaspar, Dilene Jahn Mello Santos, o ex-prefeito de Blumenau e presidente do Badesc, João Paulo Kleinubing, PSD, e o presidente do Conselho, Sérgio Roberto Waldrich. Como se viu, o Hospital movimentou gente de expressão em sua defesa e a secretária pode sentir que o assunto, no mínimo, é sério. Não vou repetir o que já escrevi sobre isto.

Foi uma conversa produtiva. Ninguém acusou ninguém de roubo e ladroagem. Ufa! A secretária conhece do riscado. Ela quer vir conhecer a estrutura para tomar decisões. Não se sinalizou valores para novos contratos. Ela disse apenas que faria a visita esta ou na outra semana. Espera-se que não seja enrolação. Assegurou que o que está na sua autonomia, decidirá. E o que estiver além desta autonomia, lembrou que a audiência que tinha em sua sala de reuniões, onde ficou gente em pé, seria mais do que suficiente para ir até o governador sensibilizá-lo.

Ao fim, os presentes ficaram com a sensação de que tudo caminha para uma solução, se os políticos deixarem as vaidades e lutarem pelos doentes, fracos, pobres, desinformados e desassistidos. O Hospital e seus administradores também terão que fazer a parte deles: profissionalizar, dar transparência, buscar a vocação e a referência e olhar o futuro.

E para completar: os políticos presentes na conversa entre eles foram unânimes contra a coluna. E por que? Porque não tomou partido deles (políticos, ou partidos, falsos discursos e acusações...), mas da comunidade, dos pobres, doentes, desassistidos e desinformados. Político não gosta de ficar exposto. mas, ele só funciona na pressão, na exposição de fatos, número e realidades e as suas omissões.

Se não fosse a coluna, talvez Gaspar não soubesse das tramas que se faz entre paredes, talvez estes mesmos políticos que reclamam, estariam acomodados, livres, descomprometidos, com desculpas esfarrapadas, sem contestações e o hospital fechado. Não se trata de um simples hospital fechado, mas de atendimento de saúde pública que não funciona em Gaspar e contra doentes, pobres, desassistidos e desinformados. Eu informo. E isto político não gosta quando ele não é o centro da glória. Acorda, Gaspar!

 

 

Edição 1513

 

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Nova gestão começa a elaborar plano de ações para Hospital de Gaspar

A reunião no Ministério Público que discutiu a situação do Hospital de Gaspar, na última sexta-feira, terminou com promessas de liberação dos repasses atrasados por parte da Prefeitura e de elaboração de um plano de ações para a unidade hospitalar, que agora conta com uma nova administradora. Dilene Jahn Mello Santos, enfermeira com especialização em administração hospitalar, estava trabalhando no Hospital Santo Antônio e iniciou os trabalhos à frente do Hospital de Gaspar nesta segunda-feira, coletando dados e dando início ao planejamento para os próximos períodos.

Na segunda metade de agosto, um novo encontro deve discutir o novo planejamento do Hospital de Gaspar. Até lá, segue a busca por mais recursos para equilibrar as finanças da instituição. Na quarta-feira, 7, uma reunião na Secretaria de Estado da Saúde, em Florianópolis, com lideranças da cidade, vai apresentar dados sobre o trabalho desenvolvido na cidade em busca de verbas estaduais para abater o custo mensal das atividades, hoje estipulado em R$ 500 mil.

 

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Cruzeiro do Vale ? A senhora já vinha acompanhando a situação do hospital nos últimos tempos?

Dilene Jahn Mello Santos ? Eu trabalhava na área hospitalar, então todas as vezes que Gaspar tinha problema as consequências acabavam chegando ao meu outro emprego (Hospital Santo Antônio). O Hospital de Gaspar é muito importante. Aceitei vir para cá justamente isso. Pelo desejo de fazer a diferença e de honrar a finalidade de um hospital, que é garantir a vida. Temos que ter condições de descobrir o que aquele paciente que sofre um acidente e vem para o hospital tem.

O que aproveitamos para pedir para a população é que procure o pronto-socorro quando realmente for necessário. Vamos procurar divulgar o que é urgência, o que é caso ambulatorial. Vemos que existe dificuldade de entendimento neste sentido em todos os lugares do Brasil. Hoje o nosso hospital atende uma média de 3 mil pacientes por mês no pronto-socorro. Isso dá 100 pacientes ao dia. É um número considerável. A intenção é reduzir os atendimentos ambulatoriais e sermos mais rápidos em urgências e emergências. O que se espera do nosso hospital é segurança, tanto por parte dos médicos quanto dos pacientes.

 

CV ? Para alcançar esse estágio, quais são os obstáculos?

Dilene ? Solicitei alguns dados sobre número de pacientes atendidos, patologias, medicamentos... Na verdade, nesses primeiros 15 dias vamos levantar indicadores para então fazer uma proposta para os primeiros 100 dias, ainda numa situação emergencial. Um dos ofícios que está saindo é para a Secretaria de Saúde, para saber em que cirurgias há demanda represada.

 

CV ? Já está por dentro das contas do hospital?

Dilene ? Sei quanto recebemos do município. Temos reunião em Florianópolis para ver se retomamos o valor recebido do Estado. A questão da filantropia está com nossa advogada. É uma das prioridades, mas temos coisas mais urgentes.


CV ? Quais são os pontos mais urgentes?

Dilene ? A prioridade principal é garantir o atendimento do pronto-socorro, e com qualidade. Para isso já conversamos com corpo médico e equipe de enfermagem. Em seguida estão os atendimentos realizados dentro do hospital, como parto e cirurgias eletivas.

 

CV ? Nesses primeiros 100 dias, quais serão as principais mudanças?

Dilene ? Com esses dados vamos elaborar o planejamento de 100 dias. Não é com quantidade que eu estou preocupada, é com qualidade e segurança. Não vamos tomar decisões sozinhos. O diretor técnico do hospital, o responsável financeiro, todos têm que estar junto porque não é uma questão de sonho, mas de realização. Afinal, uma das coisas mais importantes é cuidar da saúde do outro.

 

CV ? Nessas últimas reuniões, o que vem sendo conversado?

Dilene ? Estou mostrando a situação que nós estamos e as hipóteses de solução. Porque as soluções não dependem só do administrador ou do corpo médico. É uma ação conjunta. Vamos trabalhar junto com o Conselho Municipal de Saúde, com a Secretaria de Estado. São pessoas que estão trabalhando em lugares diferentes, mas com objetivo único, que é garantir a saúde da população. Cada serviço tem que conhecer o que o outro faz. Vim porque acredito em Gaspar e com única frase: vai dar certo.

 

 

Edição 1512

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Hospital de Gaspar tem nova administradora a partir desta segunda

A reunião para tratar da atual situação do Hospital de Gaspar chegou ao fim por volta das 16h desta sexta-feira, 2. Durante o encontro, foi apresentada a nova administradora do hospital, Dilene Jahn Mello Santos, que assume no lugar de Orivaldi Maciel Filho na próxima segunda-feira, 5.

Dilene é enfermeira com especialização em administração hospitalar e estava trabalhando no Hospital Santo Antônio, em Blumenau. ?Com certeza, o hospital só tende a melhorar a partir de agora. A nova administradora vem com muita vontade e muito gás?, destaca o integrante do Conselho Fiscal do hospital, Rodrigo Fontes Schramm.

Segundo Rodrigo, o saldo da reunião é considerado positivo, já que a administração do hospital, o município e o Estado se comprometeram a ajudar a casa de saúde. ?O Hospital de Gaspar permanece com suas portas abertas, realizando os atendimentos normalmente?, afirma. No dia 23 de agosto, haverá uma nova reunião onde será apresentado um novo plano de trabalho para o hospital.

A reunião foi realizado no Ministério Público de Gaspar e reuniu a promotora Luciana Uller, do Ministério Público, além de representantes do Conselho Administrativo do Hospital, do governo municipal e estadual. 

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Arquivo/CV

Uma reunião na tarde desta sexta-feira, 2, vai discutir o futuro do Hospital de Gaspar. O encontro reunirá a promotora Luciana Uller, do Ministério Público, além de representantes do Conselho Administrativo do Hospital, do governo municipal e estadual. A intenção é negociar melhorias e mais investimentos para evitar novo fechamento da unidade hospitalar.

O vice-presidente do Conselho do Hospital, Rogério Alves de Andrade, afirma que todas as tratativas estão ocorrendo via Ministério Público para que haja o máximo de lisura e transparência possível. Segundo ele, a falta de repasses do governo do Estado dificultou de vez o equilíbrio financeiro do hospital, que de janeiro até agora já acumula R$ 1,07 milhão de prejuízos. ?O atraso nas verbas do município foi o estopim da situação, mas o estado precisa cumprir com sua parte?, cobra.

Para o vice-presidente, nenhuma hipótese está descartada na reunião desta sexta. ?Vamos ouvir a promotora e aguardar a decisão que ela irá propor. Se ela disser para esperarmos 60 dias para que mais recursos cheguem, vamos tentar manter o hospital aberto até lá. Se achar que não há perspectivas de novos investimentos, fechamos para não mais reabrir?, revela. O atual diretor administrativo do hospital, Orivaldi Maciel Filho, deve acompanhar a reunião desta sexta, mas não responde mais pela gestão da instituição. Um novo executivo já acompanha a situação do hospital e deve assumir o posto nos próximos dias. Mesmo com a forte influência dos atuais líderes do conselho, possíveis mudanças também não são descartadas.

 

A conta

Para Alves de Andrade, a conta é simples. O Hospital de Gaspar precisa de R$ 500 mil mensais para se manter. O município repassa R$ 230 mil e o SUS, sistema que responde por 95% dos atendimentos do hospital, envia cerca de R$ 100 mil, em média. O restante era absorvido por verbas do Estado, com quem o convênio venceu no ano passado e ainda não teve os repasses estabelecidos. ?Como está não dá para ficar?, garante.

Para manter as atividades, o vice-presidente explica que serão apresentadas algumas condições aos representantes do governo na reunião desta sexta. ?Vamos pedir convênios com contrato de três anos, certidões negativas e investimentos em equipamentos, como um centro de imagem e diagnóstico mais moderno. Só isso poderá alavancar o atendimento e o funcionamento?, defende.

Uma reunião já estava marcada para a quarta-feira, dia 7, com a secretária de Estado de Saúde, Tânia Eberhardt, para buscar mais recursos estaduais para o Hospital de Gaspar.

 

 

Edição 1511

Comentários

Renato da Costa Brambilla
06/08/2013 12:41
É não só uma vergonha o que acontece com a nossa saúde como é também uma falta de respeito muito grande com o assunto.

Neste dia 05 do mês de Agosto fizeram uma reunião na câmara dos vereadores sobre os esclarecimentos do SUS em um primeiro olhar achei muito interessante e de bom grado saber o que acontece sobre o mesmo.

Além de ser uma tentativa de mostrar serviço "que foi o que não aconteceu" falaram coisas desconexas como por exemplo:
"O sistema de saúde do Brasil é o melhor do mundo."

Até concordaria com esta observação caso a mesma fosse colocada em prática. Ainda tem a cara de pau de dizer que o pais é melhor que os outros.
A minha pergunta sobre o assunto é:

O Brasil também não é um ou o país que mais arrecada impostos no mundo?

O Brasil também não é um dos países que mais tem desvio de verbas no mundo?

E vem dizer que a saúde é a melhor do mundo?

Gente vamos resolver o problema e parar de tampar o sol com a peneira.

To de saco cheio com esta politicagem barata.

POVO VAMOS SE UNIR A FAVOR DE MELHORIAS AGORA CHEGOU A HORA DE MOSTRAR NOSSA CARA.

Renato Brambilla.
Sil :(
06/08/2013 00:01
Concordo com os comentários acima, mas agora só uma curiosidade, será q a nova gestora aceitou deixar o Hospital Santo Antonio e vir p Gaspar p ganhar menos? sim poque querendo ou não o salário deles também tem que sair de algum lugar; e olha que não é pouco. alguém tem que pagar,certo! mas se o hospital ta no vermelho quem paga? ou a gestão veio por amor ao município. será que vem milagre por ai! acho que deveriam se preocupar menos em ficar trocando de administração e resolver logo os problemas do hospital, porque no final de tudo quem acaba pagando é os gasparenses, que se veem obrigados a procurar por outros hospitais. agora a nova administração vai estudar a situação do hospital para buscar ajuda, mas até acharem uma solução como fica? não acho justo..bom eles devem saber o que fazer;ou não....
Eduardo Hostins Garcia
02/08/2013 13:02
Ohhh pessoal,comprar a sede da Bungue para abrigar a prefeitura é mais importante,vcs não acham??????
Ou vcs acreditaram que Gaspar terá uma universidade federal?????
Balela,se acontecer uma universidade federal em nosso vale,com certeza será em Blumenau.
E outra,para que gastar com saúde em Gaspar,vamos economizar,mandamos os doentes para Blumenau,lá a arrecadação é maior,deixa pra eles.

Gaspar vergonha do Vale do Itajaí.
Luiz Felipe
02/08/2013 11:08
Dúvida?

Torna-se imprescindível e necessário a realização desta reunião com Ministério Público que detém a incumbência de defender a ordem jurídica, o regime democrático e os interesses sociais e individuais indisponíveis.
Porém a Saúde é um direito social indisponível (Art. 6º da Constituição Federal), me preocupa a declaração do representante do Hospital ?Se achar que não há perspectivas de novos investimentos, fechamos para não mais reabrir?, qual a finalidade de elegermos representantes políticos? Para que tomem decisões que melhor se abequem a sociedade, correto? Para que busquem o cumprimento da constituição? Para que sejam pioneiros na busca de políticas públicas voltadas para combater a desigualdade social?
O problema da atual política é que o se conceito foi transmutado, ou seja, invertido, visto que a política era a ?ciência da organização?, direção do poder do povo conferido a determinado representante. Este conceito permanece na atualidade, porém é muitas vezes esquecido pelo eleito após o pleito.
Tornou-se, isso e há muito tempo um jogo de interesses que cada decisão a ser tomada primeiro deve ser medida a sua eficácia política, para depois analisar sua finalidade social.
Quanto ao Hospital de Gaspar, associação privada, que desempenha função e serviços de ordem inegável de dever do ente público, a própria Constituição Federal no seu art. 23, in.II, prescreve que a responsabilidade quanto a Saúde é comum entre Município, Estado e União.
Independente se a Estrutura física do Hospital está no município, se a organização e fiscalização executiva é realizada pelo Estado, tudo isso é irrelevante, quando estamos tratando de um DIREITO CONSTITUCIONAL INDISPONÍVEL, isso atinge diretamente a dignidade da pessoa humana, isso poderá acarretar em dano irreparável a sociedade, seja pela falta de serviço ou pela transferência do serviço a outro município que já possui grande lotação.
A meu ver a União necessariamente deveria ser chamada para tal reunião.
Alguma medida deve ser tomada, menos a de encerrar o serviço.
Qual é o medo da administração pública (Municipal, Estadual, Federal) assumir o serviço? Não ter recurso para manter? Ou preocupação de que caso não de certo, seja um revés politicamente? Esse é o problema, antes de começar já se acredita que não dará certo e pior e a imagem e eficácia política é colocada em primeiro plano.
Qual a dificuldade de compor entre os entes federativos pacto a ser efetivamente cumprido para solucionar o problema, sem pensar em alianças, interesses, fotos e nomes a serem reconhecidos pela bravura de resolver o problema? Que tal pensar somente na sociedade, naquela família que não tem condições de ter um plano de saúde? Ou, em reconhecer que existe uma constituição e devemos cumprir o que está escrito em prol do povo!
Art. 196 da Constituição Federal.
A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.
Cleusa
02/08/2013 09:09
Cadê as lideranças de Gaspar? O cara é líder, se elege e depois?
Aposto que se tiver um showzinho a população vai em massa.
Daí toca pra Blumenau, sobrecarrega hospitais, dificulta o atendimento do cidadão Blumenauense e tudo certo? ABSURDO, ACORDA GASPAR.
Maicon Stiehler
02/08/2013 05:23
Será que é tão difícil assim pro estado repassar a verba !!!!
No meu ver um valor que é comparado a migalhas pro estado!!!!!!
Isso é uma vergonha!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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