
A moradora do bairro Poço Grande, Marlise Camara, 29 anos, tem um novo motivo para sorrir. O segundo filho dela, Arthur Joaquim Willms, veio ao mundo às 6h22 desta quarta-feira, dia 23, na maternidade do Hospital de Gaspar. Após a bolsa estourar, ainda na madrugada de quarta, ela se dirigiu às pressas para a unidade hospitalar e pouco depois, após passar pelo parto normal, já tinha o pequeno Artur nos braços.
Sensação semelhante também pôde ser vivenciada pela moradora do bairro Bela Vista, Scheila Nascimento Freire, 28 anos. Natan Eduardo, também segundo filho dela, veio ao mundo às 9h48 desta quarta, por cesariana. Na manhã desta quinta-feira, as duas crianças ainda descobriam o mundo em surpreendente silêncio no colo das mães, na maternidade do Hospital de Gaspar.
Arthur e Natan foram duas das 12 crianças que nasceram no Hospital de Gaspar entre a madrugada de quarta, dia 23, e a manhã de quinta-feira, 24. O número, fruto de uma demanda acima da média no parto normal, surpreendeu os funcionários da casa e proporcionou até mesmo uma integração entre as mães nos quartos de internação.
O pediatra Igor Simões Florio, que acompanhou os partos, revela que os procedimentos foram tranquilos e ocorreram em momentos diferentes. ?É importante que nasçam cada vez mais gasparenses?, ressalta. Algumas pacientes tiveram alta já na manhã desta quinta e outras seguiram em observação, mas todas as mães e bebês passam bem.
Mayara Poleza, 24 anos, deu à luz a primeira filha já na manhã desta quinta. A moradora do bairro Lagoa, que estava com nove meses de gestação, passou por cesariana, mas rapidamente já estava recuperada e com a pequena Alice ao lado, em um berço. ?Tudo correu muito bem e agora estou ansiosa para poder ir para casa com minha filha?, conta.
Partos elevam trabalho da maternidade
Os 10 partos registrados somente na quarta-feira ficaram acima do número de procedimentos que costuma ser realizado por dia na maternidade, mas elevam a estatística para mais próximo da meta da nova administração do Hospital de Gaspar, que fica entre seis e oito partos por dia. A intenção é aproveitar as condições já existentes para partos e acolhimento de mães. ?A estrutura que temos aqui precisa ser pensada para atender uma demanda regional, com pacientes de Ilhota, por exemplo, que já estão sendo atendidos aqui?, avalia a administradora do Hospital, Dilene Jahn Mello Santos.
As novas mamães já têm um compromisso para este sábado, dia 26, quando acontece o encontro do Grupo de Gestantes, a partir das 14h. Na ocasião, cerca de 50 mães vão receber orientações de nutricionista, psicólogos, assistente social e pediatra sobre temas ligados à educação e aos cuidados com os filhos. ?Na parte psicológica, reforçamos a importância da união familiar e do estreitamento do vínculo afetivo entre mãe e filho?, explica a psicóloga Heloísa Nascimento, que comanda os encontros responsáveis por aprimorar a preparação da mulher para a maternidade.
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?Nos encontros de gestantes reforçamos a importância da união familiar e do vínculo afetivo entre mãe e filho?. Heloísa Nascimento, psicóloga. |
| ?O importante é que tudo correu tranquilamente, sem qualquer problema?. Igor Simões Florio, pediatra. | ![]() |
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?A estrutura que temos aqui precisa ser pensada para atender uma demanda regional?. Dilene Jahn Mello Santos, administradora do Hospital. |
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