
A décima edição do Programa Vereador Mirim abriu esta semana o prazo para inscrição dos candidatos. O programa tem como meta inserir jovens e crianças na vida política da cidade e aceitará as inscrições até o dia 1º de novembro. As eleições estão previstas para o dia 20 de novembro. Ao todo, treze escolas participam do programa, elegendo um vereador e um suplente.
O coordenador do programa, José Carlos Spengler, é o responsável por percorrer as escolas, fazer a divulgação junto à direção e cuidar de todas as instruções e documentação para processo eleitoral. ?O período eleitoral é uma das etapas mais importantes do programa. É nele que os candidatos apresentam suas propostas e fazem a campanha, já os eleitores vivenciam a importância de escolher o seu representante?, explica José Carlos.
A campanha eleitoral acontecerá entre os dias 04 a 19 de novembro, encerrando um dia antes da eleição. Todos os alunos do quinto ao nono ano estão aptos a votar, sendo que os candidatos precisam ter no máximo 15 anos no final do mandato e não podem ser reeleitos. Os estudantes eleitos representarão a sua escola pelo período de um ano letivo, participando de cursos e ações voltadas para os vereadores mirins, além das sessões da câmara que acontecem duas vezes por mês.
Divulgação
Na tarde desta quinta-feira, 17, o coordenador esteve na Escola Básica Norma Mônica Sabel, onde levou os fôlderes para divulgação, o cartaz deste ano e falou sobre a importância do processo democrático no ambiente escolar. Foi recebido pela coordenadora pedagógica Silvia Regina Jacobsen, que acompanha o programa desde sua primeira edição. ?Esta é uma oportunidade única que os estudantes têm de se manifestar de forma positiva e com visibilidade na sociedade?, argumenta.
Segundo ela, os alunos têm consciência política e entendem a necessidade de participar de alguma forma do processo democrático que governa o município e o país. ?No ambiente escolar, todos estão acostumados a conviver democraticamente, todos entendem que é preciso aceitar a decisão da maioria e, acima de tudo, contribuir para o bem comum da sociedade?, avalia.
José Carlos lembrou que o processo é fundamental na construção da ética, da cidadania e uma chance de se aproximar das políticas públicas da sociedade. Silvia salienta que o benefício não se restringe aos alunos do 6º ao 8º ano, que participam mais diretamente do programa, mas acaba influenciando toda a escola.
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