Ovelhas são roubadas no Poço Grande - Jornal Cruzeiro do Vale

Ovelhas são roubadas no Poço Grande

18/11/2013

fotopg12abremenorcolorGG.jpgFábio Schmitt, 30 anos, foi surpreendido neste domingo, 17, ao ir até o rancho em que ficavam suas ovelhas. As oito ovelhas de raça Santa Inês, cinco fêmeas grandes e três pequenas, que ele cria há cerca de cinco anos, haviam sido roubadas. O rancho fica a poucos metros da lanchonete da família, Point Bakana, no Poço Grande. A suspeita é de que os responsáveis tenham levado os animais por volta das 22h de sábado, 16.

Segundo Fábio, na noite de sábado o movimento na lanchonete foi intenso e por isto foi difícil perceber se algum carro teria seguido o caminho que leva até o rancho. ?Não há outro local pelo qual eles poderiam ter entrado. Pode ser que seja alguém que sabia que eu criava ovelhas ou qualquer outra pessoa, já que dava para vê-las da rodovia?, afirma. 

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Para roubar os animais, os bandidos cortaram as cercas de segurança com um alicate em três locais. Fábio acredita que a ação foi realizada por duas pessoas, que utilizaram um veículo fechado para transportar os animais. ?Eles devem ter usado um carro semelhante a uma fiorino ou saveiro, pois só uma das ovelhas pesava mais de 60 quilos?, ressalta. Para ele, os animais foram roubados para serem vendidos. No mesmo local, havia ainda alguns porcos, criados pelo pai de Fábio, que não foram roubados. ?Eu não criava elas para vender, mas sim por hobby. Era uma forma de aliviar o stress do dia a dia. Agora já nem tenho mais vontade de comprar outras por receio de que aconteça novamente?.

 

Segundo caso

O caso de Fábio não foi o único registrado na cidade nesse ano. Em maio, as ovelhas que José Jacob Rainert, 53 anos, o Nino, cria para vender também foram roubadas. O morador do bairro Coloninha cria mais de 60 ovelhas também da raça Santa Inês, além de vários outros animais, e percebeu que pelo menos três delas haviam sido furtadas. ?Pode ser que tenham roubado mais, mas não costumo contá-las. Só reparei mesmo porque o próprio ladrão veio me dizer que tinha visto uma pessoa furtando algumas ovelhas?, conta. O responsável foi descoberto poucos dias após cometer o furto. Ainda conforme Nino, algumas das ovelhas roubadas chegam a valer cerca de R$ 1.500. 

Edição 1542
 

Comentários

juliana nascimento
23/11/2013 22:00
sem comentantarios.... acho que sertas pessos deviam rever seus conseitos com os paranaenses.pois a ladrão em toda parte....e ele ñ escolhe de onde vem...
Silvia
21/11/2013 01:15
Dr.Dagberto
O SR. nao sabem nem o que esta falando! Eu sou paranaense, moro aqui a quase 5 anos e não precisei roubar ninguem pra sobreviver aqui, em meio a pessoas asquerosas como você! acho que você deveria pensar bem no que posta..porque são pessoas de mente fraca e vazia como o Sr. que vivem postando m* por ai! Eu e mtos outros paranaenses que moram aqui em Gaspar trabalhamos honestamente, arduamente, com seriedade! Tenha um pouco mais de respeito, pq generalizar a todos não leva a nada..conheço gasparenses natos q não merecem a minima consideração e respeito! São ladrões, bandidos, etc... e nem por isso saio por ai falando que todos os gasparenses são iguais! Reveja seus conceitos!
Gaxxxparense
19/11/2013 18:44
Aos senhores "Dr. Dagberto e Ricardo Afonso Saad",
Fiquei pasmo com o desconhecimento de vcs!
Enquanto o primeiro acusa os não naturais de Gaxpar e região de serem desocupados - algo mentiroso e injusto -, o outro sinaliza que durante o regime ditatorial havia justiça!
Piada, né, fala sério!
Melhor do que aqui, no vale, só mesmo em Cuba, onde o povo vive feliz com a verdadeira democracia americana.
Ricardo Afonso Saad
19/11/2013 16:39
Que absurdo, nenhum trabalhador honesto tem sossego nesta cidade desde que o PTralhas tomaram conta. Até quando o povo gasparense sofrerá calado nas mãos destes crapulas?! Na época da ditadura militar a justiça funcionava. Volta Costa e Silva!!!
Dr. Dagberto
19/11/2013 13:45
Pobres animais irracionais... Só o ser humano teria a capacidade de tal ato. Levante os olhos sobre o mundo e veja o que está acontecendo em nossa volta para que amanhã não sejamos acusados de omissão quando o homem em um futuro próximo solitário e nostálgico de poesia encontrar-se sentado ao meio de um parque formado de grama sintética, ouvindo o cantar de um sabiá eletrônico pousado em um galho de árvores de cimento armado. Provavelmente, mais um gasparense nato vítima de paranaenses desocupados que infestam o Vale Europeu.
cecilia werner
18/11/2013 20:06
A ovelha é cilenciósa e dócil o porco é fedido e barulhento duas personalidades bem diferentes ! talves que a solução sería criar porcos para aliviar o stress.

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