O impasse sobre os recursos para a sequência da reforma da Ponte Hercílio Deeke vai receber o reforço de uma comissão formada por integrantes de entidades de classe, moradores e do Poder Legislativo. A definição foi tomada numa reunião na tarde desta quarta-feira, 20, na Câmara de Vereadores.
O grupo de cinco pessoas será formado por um representante da Associação de Micro e Pequenas Empresas, Ampe, um da Câmara de Dirigentes Lojistas, CDL, um da Associação Empresarial de Gaspar, Acig, um da Comissão da Desenvolvimento da Margem Esquerda, que reúne associações de moradores, e um último integrante indicado pela Câmara de Vereadores.
A intenção é unir forças e aumentar a pressão pela liberação da parcela de R$ 1,2 milhão necessária para a sequência dos trabalhos, que estão parados desde 29 de janeiro.
Uma reunião na próxima segunda-feira, 25, deve definir o representante da Comissão de Desenvolvimento da Margem Esquerda. Os vereadores também devem se reunir para discutir quem irá representar a Câmara na nova comissão formada.
No aguardo
A atuação da nova comissão, no entanto, só deve ter início em março. Na reunião, o grupo decidiu esperar 10 dias antes de tomar qualquer decisão. O prazo foi o estipulado pela equipe do Ministério da Integração Nacional ao deputado federal Rogério Mendonça, o Peninha, que consultou o andamento do caso em Brasília. Se os recursos não forem liberados até 4 de março, a comissão pretende organizar uma visita ao Ministério para pressionar a liberação da verba.
Edição 1464

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