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Por volta das 17h30 desta segunda-feira, dia 1º de julho, os primeiros manifestantes começavam a se reunir na Praça Getúlio Vargas, no Centro da cidade, para realizar o segundo protesto em Gaspar. Neste horário, grande parte das lojas da rua Coronel Aristiliano Ramos também já haviam fechado suas portas.
O acesso pela rua Coronel Aristiliano Ramos, na altura da rua Eurico Fontes (Banco do Brasil), foi fechado. A manifestação começou pouco depois das 18h, quando o grupo seguiu pela rua Coronel Aristiliano Ramos até a cabeceira da Ponte Hercílio Deeke. De lá os manifestantes seguiram até a Avenida das Comunidades, onde fizeram uma parada no trevo de acesso ao bairro São Pedro.
Apesar de menor do que o grupo que participou da primeira mobilização, dia 21, os manifestantes desta vez voltaram a apresentar cartazes cobrando mais seriedade às gestões públicas. Temas locais como a conclusão da Ponte Hercílio Deeke e os processos que o atual prefeito Pedro Celso Zuchi enfrenta na Justiça também viraram bandeira do protesto, com faixas e cartazes sobre o tema.
Após passar pela avenida das Comunidades, os manifestantes seguiram pelas ruas Industrial José Beduschi e Coronel Aristiliano Ramos, passando novamente pela Praça Getúlio Vargas. O ato foi encerrado na escadaria da Igreja Matriz São Pedro Apóstolo, onde o ato foi encerrado. A dispersão ocorreu pouco antes das 20h.
A Polícia Militar não registrou ocorrências durante o protesto e estimou que 500 manifestantes tenham participado do protesto. Já o trânsito sentiu um pouco mais os efeitos da manifestação. Na Avenida das Comunidades, por exemplo, filas foram registradas nos dois sentidos.
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Gaspar terá uma segunda manifestação de rua no final da tarde desta segunda-feira, 1º de julho. O protesto está sendo organizado pelas redes sociais e pretende reivindicar causas como a conclusão da reforma da Ponte Hercílio Deeke, o arquivamento da PEC 33, o fim da impunidade, além de questões como melhorias na saúde, na educação e na segurança pública.
A concentração do grupo está marcada para as 17h30, na Praça Getúlio Vargas, em frente à Prefeitura de Gaspar. A saída será às 18h, pela rua Coronel Aristiliano Ramos até a cabeceira da Ponte Hercílio Deeke, onde haverá uma parada de 15 minutos.
De lá o grupo segue até a Avenida das Comunidades e, no trevo de acesso ao bairro São Pedro, haverá nova paralisação de 15 minutos. O percurso continua até a altura do Zoni Mais, onde os manifestantes seguem com destino à rua Industrial José Beduschi, retornando à Coronel Aristiliano Ramos para fechar o ato na praça em frente à Prefeitura.
Na sexta-feira, 28, uma reunião com representantes dos manifestantes, da Polícia Militar, da Diretoria de Trânsito e do Corpo de Bombeiros definiu detalhes sobre o esquema de segurança e do fluxo de veículos durante a manifestação. Este é o segundo protesto registrado na cidade. O primeiro ocorreu no último dia 21 e levou cerca de 2 mil pessoas às ruas do Centro de Gaspar. Até a manhã desta segunda-feira 1,1 mil pessoas já haviam confirmado presença na manifestação pelo Facebook.
Edição 1502
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