Denúncia sobre Arena Multiuso pode parar no Ministério Público - Jornal Cruzeiro do Vale

Denúncia sobre Arena Multiuso pode parar no Ministério Público

30/04/2013

fotopg5abrecolorMD.jpgO terreno localizado na Margem Esquerda e que abriga a Arena Multiuso de Gaspar volta a ser alvo de questionamentos. Na última quinta-feira, 25, motivados por uma nota na coluna Olhando a Maré, de Herculano Domício,  e por cobranças da comunidade, os vereadores que compõem a comissão de Gestão Pública foram até o local conferir a utilização irregular e a retirada de madeiras que faziam parte da propriedade de Gerhard Horst Fritzsche.

Ao chegarem ao local, entretanto, os vereadores se surpreenderam com a presença de um caminhão e de alguns funcionários da Prefeitura, devidamente identificados com crachás, que faziam a devolução da madeira que havia sido retirada do terreno. ?Conversamos com os funcionários, que nos disseram de onde haviam buscado a madeira. O proprietário afirmava ter adquirido o material da Prefeitura?, denuncia a vereadora Andréia Zimmermann Nagel.

Segundo a vereadora, que integra a comissão de Gestão Pública, não está claro para os parlamentares se a permissão de uso obtida pela Prefeitura autoriza o poder público a doar ou vender as benfeitorias que existem no local. ?Se o processo já foi concluído e o município tem o direito de explorar toda a área tudo bem. Mas se ainda não foi concluído há um problema. Mas por que a negociação foi desfeita e o material voltou ao lugar de origem??, questionar.

A secretária de Administração e Finanças, Célia Margarete Souza, afirma que o município depositou o valor de R$ 450 mil em juízo e recebeu a permissão para construir em parte do terreno, que tem uma área total de 450 mil metros quadrados. O procurador José Carlos Schramm explica que o processo ainda se encontra em tramitação, mas não soube informar se o município poderia dispor dos bens que fazem parte do terreno objeto da ação.

A Comissão de Gestão Pública protocolou na Câmara um requerimento pedindo informações sobre as benfeitorias que existiam no terreno e o que teria sido feito com essa madeira, durante o período em que foi retirada do local. Após o prazo de 15 dias ? período que o Executivo tem para responder aos questionamentos ? a comissão volta a se reunir para decidir o encaminhamento que dará ao caso, que pode parar no Ministério Público.

 

Edição 1484

Comentários

Elisandra Cenci
03/05/2013 21:39
Mas tem vereador mesmo q olha, merda no sapato não encomoda tanto qto esse tipo de gente... tá doido... desse jeito Gaspar não vai pra frente nunca... essa daí mesmo se mete em tudo oq é do contra... Estou comentando isso pq tenho certeza q vcs não colocam comentários a favor da gestão atual

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