Audiência analisa crime de trânsito na BR-470, em Ilhota - Jornal Cruzeiro do Vale

Audiência analisa crime de trânsito na BR-470, em Ilhota

04/12/2012

O Fórum de Gaspar recebeu, na tarde desta terça-feira, uma audiência de instrução de julgamento sobre um acidente de trânsito ocorrido em abril de 2011, no quilômetro 25 da BR-470, em Ilhota. Na audiência desta terça, foram ouvidas duas testemunhas de defesa e foi interrogado o réu Eder William Gugeler Grahl, suspeito de ter sido o culpado pelo acidente. Na ocasião, Emerson Amaro Wedech, 36 anos, conduzia uma motocicleta, foi atingido por um Vectra com placas de Blumenau, dirigido por Eder, não resistiu ao impacto da batida e morreu no local.


Confira abaixo a matéria publicada no site do Cruzeiro do Vale em 09/04/2011:


Motociclista morre em acidente 

Um acidente que aconteceu na noite de sexta-feira, 8, tirou a vida de Emerson Amaro Wedech, de 36 anos. 

Ele dirigia uma moto de Penha em uma colisão que envolveu um Vectra de Blumenau, conduzido por Eder William Gugeller Grhahl, 23 anos.

O acidente ocorreu no km 25 da BR 470, em horário próximo às 20h50, e o condutor do Vectra nada sofreu.

Ele morreu no local, pois sofreu politraumatismo e seu corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal de Blumenau. 

Um pequeno congestionamento se formou no local em que ocorreu o acidente e as polícias civil, rodoviária e militar estiveram presentes para registrar a ocorrência.

De acordo com a sobrinha do motociclista, Karol Bot, Emerson era sempre prudente no trânsito. Ele voltava do trabalho no momento em que aconteceu o acidente.

Emerson era professor no Senai de Blumenau, formado em Análise de Sistemas e estava fazendo mestrado.

Era casado, pai de uma filha de cinco anos e de um bebê que sequer completou dois meses. ?Ele era uma das pessoas mais inteligentes, prudentes e responsáveis que conheci?, relatou.

A cunhada dele, Cláudia Mehler Bot contou que caso ele estivesse vivo, segunda-feira seria um dos dias em que ele estaria indo para o mestrado.

?Morreu uma pessoa brilhante, que dava valor para a educação. Tinha estudado, feito especialização e agora fazia mestrado. Sua morte foi algo muito triste, deixou a família inteira chocada?, lamentou a mulher. 

Os pais dele, vieram de Curitiba para velar o filho e, de acordo com a cunhada, o que era possível ver em seus rostos eram a dor e o sofrimento causadas pela morte precoce de seu filho.

 

Clique AQUI e veja os comentários na matéria.

Comentários

Claudia Mehler Bot
06/12/2012 12:48
Obrigada pelo apoio Jornal Cruzeiro do Vale!!
Isto não foi uma fatalidade e sim uma grande imprudência..
Meu cunhado nunca mais voltará para casa.. Que se faça justiça então!!
Saudades do Emerson..

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