Após paralisação por atraso de salários, obra é retomada - Jornal Cruzeiro do Vale

Após paralisação por atraso de salários, obra é retomada

14/05/2013

dsc0433MD.jpgApós cruzarem os braços em protesto contra o atraso no pagamento dos salários, os operários que executam a reforma da Ponte Hercílio Deeke voltaram à ativa na manhã desta terça-feira, 14. Os trabalhos se concentravam na retirada das placas metálicas colocadas para tentar fixar os guarda-corpos e na conclusão da calçada que liga a rua Pedro Simon à ponte.

A secretária de Planejamento e Desenvolvimento, Patrícia Scheidt, afirmou que a nova estratégia para instalar os guarda-corpos será construir uma mureta de concreto armado na lateral da passagem de pedestres, com altura entre 15 e 20 centímetros, onde serão fixadas as estruturas de proteção aos pedestres. Uma forma metálica necessária para construir essa mureta de concreto deve chegar até quinta-feira, 16, e, se as etapas ocorrerem como o esperado, a fixação do guarda-corpo seria possível a partir da semana que vem.

 

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Atraso de salários paralisa obra da Ponte Herílio Deeke

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Enquanto a comunidade aguarda pelos recursos que possam alavancar outra vez a construção da Ponte do Vale, a reforma da Ponte Hercílio Deeke continua dando dor de cabeça. Na manhã desta segunda-feira, os operários que trabalham na obra decidiram cruzar os braços para protestar contra o atraso nos pagamentos.

Atualmente, aproximadamente 15 pessoas trabalham na reforma da ponte, que atualmente conclui um lado da calçada no bairro Margem Esquerda e tenta iniciar a instalação do guarda-corpo no lado já reformado. Os atrasos seriam comuns segundo o que alguns funcionários informaram à equipe da TV Gaspar, nesta segunda.

De acordo com a assessoria de imprensa da Prefeitura, a secretária de Planejamento e Desenvolvimento, Patrícia Scheidt, soube da paralisação pela manhã e entrou em contato com a empresa Arcos Engenharia, responsável pela obra. Segundo as informações, a empresa se comprometeu a resolver a questão ainda na segunda-feira para que os trabalhos fossem retomados nesta terça, dia 14.

A secretária pretende acompanhar o caso para definir uma conduta caso a promessa da construtora não seja cumprida, já que os repasses à empresa estão sendo feitos corretamente desde que a segunda parcela foi liberada pelo governo federal, há cerca de dois meses.

 

Edição 1488

Comentários

Juliano
15/05/2013 08:35
É o que dá a lei permitir que empreiterias como esta saerem aceitas em licitações, aqui mesmo em Gaspar, temos exemplo de mau feitores neste sentido, empreiteiras que tem por finalidade desde de fazer pontes até fornecer marmitas, vender remédios. Seus administradores, são gente que querem de qualquer forma lougrar êxito sem o devido serviço prestado.

Vergonha.
Thiago
14/05/2013 12:13
Gaspar = Vergonha
Romeu
14/05/2013 07:28
Isso só pode ser brincadeira né. No meio de tantos milhões que custam essas obras e os pobres dos funcionário não recebem pagamento.
É inacreditável.

Robalheira, robalheira, robalheira....Onde está o Ministério Público que não vê isso.

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