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Teatro participativo e provocante - Jornal Cruzeiro do Vale

Teatro participativo e provocante

18/11/2008

01MD.jpgA Escola de Educação Básica Marina Vieira Leal foi o palco da primeira apresentação da peça "O Velório", apresentada aos estudantes do educandário na última quinta-feira, 13. Cerca de cem alunos, pais e professores do período matutino e vespertino acompanharam o desfecho da história sobre uma cerimônia de adeus nada convencional.

A peça faz parte do projeto implantado na Escola pela Associação de Moradores Vila Isabel - Amvi, em parceria com o Grêmio Estudantil. A seletiva para a escolha dos integrantes do grupo aconteceu no mês de setembro e teve a participação de trinta oito estudantes em dois dias de seleção. O grupo de teatro "Família Leal" conta atualmente com 15 participantes, tendo ensaios uma vez por semana.

Para o presidente da Amvi, Eneas Marcos Lana, que também faz parte do elenco, o público teve 15 minutos de pura alegria e acompanhou a peça atentamente. "O ponto principal desse projeto é que ele é social e principalmente educativo para os tempos de hoje, em que sem parceria, nada é conseguido". Os recursos serão revertidos para manutenção do Grêmio da Escola e da Associação de Moradores, organizadora do projeto.

Enéas destaca que a semente que a Associação está deixando na Escola e também para a comunidade é o papel importante da organização e de uma filosofia prática da cooperação. "O passo dado pelos estudantes da Marina Vieira Leal é o exemplo da força e da parceria. Esse é um pequeno passo, porém o mais importante a ser dado", acrescenta.

Teatro Participativo:

O coordenador do projeto, Anísio Lana, conta que o objetivo do Teatro Participativo não é dar um curso de teatro, pois todos ensinam e aprendem juntos. Ele explica que a função principal é ser um espelho para a escola e os estudantes, que unidos podem melhorar o seu ambiente de ensino, gerando recursos para o Grêmio e para a Associação. Também, ser um exemplo para toda a comunidade, ressaltando que o crescimento e as conquistas do bairro não dependem somente do governo, mas da participação de todos.

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